
O que mais me impressiona é que a maioria daqueles do mesmo meio do subcritor e daqueles que vaiaram o Presidente, foram os mesmos que o elegeram. A maioria concedeu o diploma. Deu livre transito para que as bandalheiras e a corrupção continuem e para que, até façam mais. Estão de volta aqui em Brasília, infelizmente, os ilustres senhores, João Paulo Cunha, José Genuíno e tantos outros (não dá para citar todos – levaria o dia todo escrevendo), decidindo pelo Brasil, comprometendo a imagem e a honra desta cidade e deste povo maravilhoso que nada tem a ver com tudo isso, mas que para a maioria dos cidadãos de todo o país, permanece com a “pecha” de que aqui todos são iguais. É interessante como é difícil entender os fatos e as pessoas!
Vejamos o caso do “senhor Chico Buarque de Holanda”, que em entrevista que li, embora sabedor de toda lambança e corrupção, se dizendo decepcionado (não acredito), disse que iria votar novamente no Lula, e só não o fez, é claro, como induziu outros eleitores, com sua postura, para que o mesmo alcançasse os históricos 53 milhões de votos. Será que este cidadão (o tal Chico), cujo ídio não lhe falta; que é reconhecido internacionalmente pela sua história (hoje para mim – estória), pela suas belas letras e músicas e que sempre lutou sob a alcunhada bandeira (capa - cordeiro/lobo) da liberdade, da honestidade da legalidade e infindas outras “ades”, ao divulgar o seu pensamento, que diga-se, é uma pérola negra, não sabia o que estava fazendo? Acho que sim! Creio que o mesmo perdeu ou nunca teve noção de honestidade! Que não tem a menor noção da asneira que disse (quem sabe, poderia estar bêbado.) ou não tem vergonha na cara ao contrapor-se desta forma! Pode ser que está sendo beneficiado, ou ainda não quer aceitar o erro e persiste nele na esperança de que os protagonistas mudem sua conduta, o que é muito difícil em alguns casos, porque são pessoas desprovidas de qualquer formação ética.
Consigo até entender a luta dos “militantes” pela manutenção do “status quo” atual. Pois estes se beneficiam dos cargos públicos que já existiam e eram ocupados, na sua maioria, por servidores públicos técnicos (embora nem todos merecedores) e dos inúmeros outros cargos que foram criados para acomodá-los (quem sabe, mais uma ação social para baixar a taxa de desemprego), independentemente de sua capacidade laborativa, de sua eficiência, de sua formação profissional, cultural e acadêmica (Isto é desnecessário! Já está mais que provado pela maioria dos eleitores.), de experiência administrativa, de conhecimento da coisa pública e outras ausências (Sem generalizar, mas existe hoje em número assustador). O que está acontecendo? Será necessário repetir o erro quantas vezes para enxergar coisas óbvias? Me ajudem a entender!
Borghetti
: Recebi este texto , por e-mail , da amiga Vera Cinara Rodrigues , de Porto Alegre , Rio Grande do Sul , Brasil .
São Paulo, terça-feira, 17 de julho de 2007
Vejamos o caso do “senhor Chico Buarque de Holanda”, que em entrevista que li, embora sabedor de toda lambança e corrupção, se dizendo decepcionado (não acredito), disse que iria votar novamente no Lula, e só não o fez, é claro, como induziu outros eleitores, com sua postura, para que o mesmo alcançasse os históricos 53 milhões de votos. Será que este cidadão (o tal Chico), cujo ídio não lhe falta; que é reconhecido internacionalmente pela sua história (hoje para mim – estória), pela suas belas letras e músicas e que sempre lutou sob a alcunhada bandeira (capa - cordeiro/lobo) da liberdade, da honestidade da legalidade e infindas outras “ades”, ao divulgar o seu pensamento, que diga-se, é uma pérola negra, não sabia o que estava fazendo? Acho que sim! Creio que o mesmo perdeu ou nunca teve noção de honestidade! Que não tem a menor noção da asneira que disse (quem sabe, poderia estar bêbado.) ou não tem vergonha na cara ao contrapor-se desta forma! Pode ser que está sendo beneficiado, ou ainda não quer aceitar o erro e persiste nele na esperança de que os protagonistas mudem sua conduta, o que é muito difícil em alguns casos, porque são pessoas desprovidas de qualquer formação ética.
Consigo até entender a luta dos “militantes” pela manutenção do “status quo” atual. Pois estes se beneficiam dos cargos públicos que já existiam e eram ocupados, na sua maioria, por servidores públicos técnicos (embora nem todos merecedores) e dos inúmeros outros cargos que foram criados para acomodá-los (quem sabe, mais uma ação social para baixar a taxa de desemprego), independentemente de sua capacidade laborativa, de sua eficiência, de sua formação profissional, cultural e acadêmica (Isto é desnecessário! Já está mais que provado pela maioria dos eleitores.), de experiência administrativa, de conhecimento da coisa pública e outras ausências (Sem generalizar, mas existe hoje em número assustador). O que está acontecendo? Será necessário repetir o erro quantas vezes para enxergar coisas óbvias? Me ajudem a entender!
Borghetti
: Recebi este texto , por e-mail , da amiga Vera Cinara Rodrigues , de Porto Alegre , Rio Grande do Sul , Brasil .
São Paulo, terça-feira, 17 de julho de 2007
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