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ARTE É VIDA

ARTE É VIDA
"Que haja ternura no lirismo da poesia da vida. Que haja coragem em nossos passos para seguirmos em meio à aridez dos sonhos desfeitos. Que haja força para reconstruirmos os alicerces dos sonhos eternizados na verdade de nosso coração. Que nesta senda nos seja permitido estar em aliança com nossos Irmãos de Luz e que sejamos a personificação do Amor."

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Aqui em 'Arte é Vida', você é o principal personagem deste roteiro de músicas, de paz e amor. Obrigada pela sua presença, é valiosa para mim, se quiser, deixe sua mensagem em meu livro de visitas, abraços, Sandra

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Sandra Waihrich Tatit

Sandra Waihrich Tatit
"Que haja ternura no lirismo da poesia da vida. Que haja coragem em nossos passos para seguirmos em meio à aridez dos sonhos desfeitos. Que haja força para reconstruirmos os alicerces dos sonhos eternizados na verdade de nosso coração. Que nesta senda nos seja permitido estar em aliança com nossos Irmãos de Luz e que sejamos a personificação do Amor."

BIOGRAFIA I

Sandra Waihrich Tatit
Aniversário: 11 de Fevereiro
Signo astrológico: Aquário
Atividades: Direito , Literatura , Música e Educação
Profissão: Advogada
Local: Júlio de Castilhos : Rio Grande do Sul : Brasil
Clip de áudio
Quem sou eu
NASCI EM JÚLIO DE CASTILHOS, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.
MÃE DE TRÊS FILHOS, RUBENS, RUSSAIKA E ANGELA. FILHA DE RUBENS CULAU TATIT E CLÉLIA WAIHRICH TATIT.
SOU ADVOGADA, CURSEI DIREITO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.
CULTIVO A ARTE COMO UMA LIBERTAÇÃO, PIANO, VIOLÃO, CANTO E LITERATURA.
INTEGREI O CORAL DA UNIVERSIDADE.
LIVRO DE ARTE PUBLICADO, "UMA NOVA DIMENSÃO DA ARTE NA EDUCAÇÃO".
CURSEI PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO LATU SENSU.
VEJO A ARTE COMO UMA LIBERTAÇÃO DO SER HUMANO, UMA TERAPIA QUE AMENIZA OS SOFRIMENTOS DO COTIDIANO.
A MÚSICA É A HARMONIA DO HOMEM, A LINGUAGEM DO UNIVERSO.
INTERPRETO PIANO E VIOLÃO, APRECIO CANTAR.
POSSUO COMPOSIÇÕES MUSICAIS, PARA PIANO E VIOLÃO.
NA EUROPA, CONHECI UM POUCO DA HISTÓRIA DA ARTE, ESPECIALMENTE NA ITÁLIA.
DIZ GANDHI, "PRECISAMOS SER AS MUDANÇAS QUE QUEREMOS VER NO MUNDO".
SOU DO SIGNO DE AQUÁRIO, ACREDITO NA ASTROLOGIA E SUA INFLUÊNCIA EM NOSSA VIDA E PERSONALIDADE.
PRETENDO ESCREVER AQUI NO BLOG, SOBRE DIVERSOS TEMAS E POESIAS, TAMBÉM PUBLICAR TEXTOS RELEVANTES DE OUTROS AUTORES.
ESCREVO POEMAS, É UMA FORMA DE DAR MAIS LEVEZA À VIDA. PREGO A ARTE COMO UMA UMA VIDA DENTRO DA PRÓPRIA VIDA QUE SE ETERNIZA PELO ESPÍRITO, UMA LINGUAGEM UNIVERSAL.
UM TRIBUTO A CAMÕES NESTA FRASE ,"CESSA TUDO QUANTO A MUSA CANTA QUANDO UM PODER MAIS ALTO SE AGIGANTA."
Interesses:
ARTE E MÚSICA
DIREITO E EDUCAÇÃO .
Filme favorito
"FREUD ALÉM DA ALMA".
Música favorita
A CLÁSSICA " SONATA AO LUAR " DE BEETHOVEN.
Livros favoritos
" O PROFETA " DE GIBRAN KHALIL GIBRAN . GOSTO MUITO DE LITERATURA ORIENTAL. "OS HETERÔNIMOS" DE FERNANDO PESSOA (Poeta Português). OS POEMAS DE NOSSO POETA OLAVO BILAC
ME FASCINAM
COMO "A VIA LÁCTEA E BENEDITICE". CECÍLIA MEIRELES E LYA LUFT
MINHAS GRANDES MUSAS DA POESIA . "O ATENEU" DE RAUL POMPÉIA . A "DIVINA COMÉDIA" DE DANTE ALIGHIERI
"DON QUIXOTE DE LA MANCHA"
DE MIGUEL DE CERVANTES. QUERO RENDER UM TRIBUTO À MAGISTRAL LITERATURA DE CAMÕES EM " OS LUSÍADAS . "

SEJAM BEM VINDOS AMIGOS!


Arte é Vida e Educação

"Que haja ternura no lirismo da poesia da vida. Que haja coragem em nossos passos para seguirmos em

"Que haja ternura no lirismo da poesia da vida. Que haja coragem em nossos passos para seguirmos em

BIOGRAFIA II

Sobre Mim
Advogada
Universidade Federal de
Santa Maria

Brazil

Artes
Música-Piano-Violão
Literatura

ARTE É VIDA
A Arte é Linguagem Universal

•*¨*•♫♪•♫♪•♥♫•*¨*•♫♪•♫♪•♥
•*¨*•♫♪•♫♪•♥♫•*¨*•

Advogada
Produtora Rural
Agropecuária - Agronegócios
Arte-Música - Piano Violão e Literatura
Aprecio as pessoas transparentes e verdadeiras. As relações humanas me cativam, direito, justiça e paz
são minhas trajetórias de vida, ajudar o ser humano o máximo que me seja permitido, sentindo a beleza de minha vocação e o apelo do mundo atual à disponibilidade de minhas energias. Meu primeiro livro publicado 'Uma Nova Dimensão da Arte na Educação'. Na Europa conheci a História da Arte. Na Itália, França. Espanha, Alemanha, Holanda, Bélgica, Áustria e Suiça. Cursos e estudos na área artística e 'História da Arte'.
Sou membro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Estado do Rio Grande do Sul.
Cursei a Escola Superior do Ministério Público e Pós Graduação em Educação Latu Sensu, minha tese foi sobre a Arte e a sua Dimensão no Ensino. Possuo composições musicais de minha autoria, música e letra.
Também alguns vídeos, os quais se encontram no youtube. Mensagens que circulam na internet, formatadas e sonorizadas. Músicas gravadas em seleção e editadas, para sites ou audiência .
Sou funcionária pública do Estado do Rio Grande do Sul.
Brasil.
Creio na Educação como a forma de melhorar o mundo e o ser humano, a Arte na Educação, como uma libertação e incentivo à aprendizagem mais eficiente. Na Arte Terapia, como forma de cura e amenização de conflitos existenciais. Na música, como a Linguagem Universal. Arte Pura como uma vida dentro da própria vida, se eternizando pelo Espírito.
Os artistas são as antenas da raça humana, eles auscultam e pressentem o porvir. Arte é Vida.
Sou mãe de três filhos, Rubens, Russaika e Angela.

'Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita.Tem o peso de uma lembrança.Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros'.
Clarice Lispector

UMA INTENSA LUZ ATRAVESSA O SILÊNCIO DA VOZ QUE CALA...

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ARTE É INSPIRAÇÃO E EMOÇÃO

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DIVINA MÚSICA

Divina Música!
Filha da Alma e do Amor.
Cálice da amargura
E do Amor.
Sonho do coração humano,
Fruto da tristeza.
Flor da alegria, fragrância
E desabrochar dos sentimentos.
Linguagem dos amantes,
Confidenciadora de segredos.
Mãe das lágrimas do amor oculto.
Inspiradora de poetas, de compositores
E dos grandes realizadores.
Unidade de pensamento dentro dos fragmentos
Das palavras.
Criadora do amor que se origina da beleza.
Vinho do coração
Que exulta num mundo de sonhos.
Encorajadora dos guerreiros,
Fortalecedora das almas.
Oceano de perdão e mar de ternura.
Ó música.
Em tuas profundezas
Depositamos nossos corações e almas.
Tu nos ensinaste a ver com os ouvidos
E a ouvir com os corações.

Gibran

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UMA INTENSA LUZ ATRAVESSA O SILÊNCIO DA VOZ QUE CALA

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Grandes verdades são traduzidas pelo silêncio

ARTE É LIBERDADE

A OBRA DE ARTE É O EFÊMERO QUE SE TORNA IMORTAL

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"Os Artistas são as antenas da raça humana, eles auscultam e pressentem o porvir" ... Ezra Pound

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ARTE É AMOR E LUZ

A música é a linguagem dos espíritos. Khalil Gibran

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Na dimensão daquilo que pensamos ou sentimos não há lugar ou tempo definidos ...

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AMIZADE NOSSO BEM MAIOR

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Fernando Pessoa.

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PLANTE AQUILO QUE DESEJA COLHER

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SANDRA WAIHRICH TATIT - NOVAS POSTAGENS - NEW POSTS

Friday, November 30, 2007

WATERMARK BY ENYA

ENYA __ SILENT NIGHT



About This Video
Silent Night!
The origin of the Christmas carol ... (more)
Added: November 29, 2007
Silent Night!
The origin of the Christmas carol we know as Silent Night was a poem that was written in 1816 by an Austrian priest called Joseph Mohr. On Christmas Eve in 1818 in the small alpine village called Oberndorf it is reputed that the organ at St. Nicholas Church had broken. Joseph Mohr gave the poem of Silent Night (Stille Nacht) to his friend Franz Xavier Gruber and the melody for Silent Night was composed with this in mind. The music to Silent Night was therefore intended for a guitar and the simple score was finished in time for Midnight Mass. Silent Night is the most famous Christmas carol of all time!

Enya (born Eithne Patricia Ní Bhraonáin on 17 May 1961, Gaoth Dobhair, County Donegal, Ireland), sometimes presented in the media as Enya Brennan, is an Irish singer and songwriter. She is Ireland's best-selling solo artist and is officially the country's second biggest musical export. Her works have earned her four Grammy Awards and an Academy Award nomination. Enya is an approximate transcription of how Eithne is pronounced in her native Irish, in the Donegal dialect. (less)
Added: November 29, 2007
Category: Music
Tags: enya classical christmas world music folk

Thursday, November 29, 2007

WOMEN IN FILM__WOMEN IN ART__ AS MUSAS DO CINEMA



Mary Pickford, Lillian Gish, Gloria Swanson, Marlene Dietrich, Norma Shearer, Ruth Chatterton, Jean Harlow, Katharine Hepburn, Carole Lombard, Bette Davis, Greta Garbo, Barbara Stanwyck, Vivien Leigh, Greer Garson, Hedy Lamarr, Rita Hayworth, Gene Tierney, Olivia de Havilland, Ingrid Bergman, Joan Crawford, Ginger Rogers, Loretta Young, Deborah Kerr, Judy Garland, Anne Baxter, Lauren Bacall,... (more) (less)

From: eggman913
Views: 1,243,070
Added: 4 months ago

Tags: woman actress famous actresses movie star female oscar academy awards face morph animation hollywood morphing cinema

HISTÓRIA DA ARTE __ Uma viagem pela História da Arte numa representação da Atividade Mental como Expressão da Criatividade Humana_Mulher Arte Vida



REPRESENTA A PRESENÇA ATUAL E ATUANTE DA MULHER , NA "CONSTRUÇÃO DAS MUDANÇAS" E REESTRUTURAÇÃO DOS VALORES ULTRAPASSADOS .

Tuesday, November 27, 2007

Monday, November 26, 2007

Sunday, November 25, 2007

Friday, November 23, 2007

O PRIVILÉGIO DA ORAÇÃO __ Cid Moreira __ imagens emocionantes

O AMOR DE DEUS __ Cid Moreira

DESIDERATA __ Cid Moreira

* AGONIA * __ Oswaldo Montenegro



PEQUENA REFERÊNCIA BIOGRÁFICA

Carioca do bairro do Grajaú. Oswaldo é um caso excepcional de precocidade musical. Sem nunca ter estudado música regularmente, começou desde a tenra infância a ser influenciado por ela. Primeiro, na casa de seus pais no Rio de Janeiro: sua mãe e os pais dela tocavam piano, seu pai tocava violão e cantava.

A segunda influência foi mais forte. Aos oito anos, mudou-se, com os pais, para São João Del Rey, cidade mineira poética e boêmia, onde as serestas aconteciam todas as noites e as pessoas juntavam os amigos em casa para passar as noites tocando e cantando. Ao mesmo tempo, Oswaldo foi atraído para a música barroca das igrejas. Nesta época, teve aulas de violão com um dos seresteiros da cidade e compôs sua primeira canção, Lenheiro, nome do rio que banha São João del Rey. Venceu um festival de música com apenas 13 anos, no Rio de Janeiro, onde voltou a morar.

A decisão de se tornar um músico profissional veio com a mudança para Brasília, em 1971. Na capital federal, começou a ter contato com festivais e grupos de teatro e de dança estudantis. Fez seus primeiros shows e aos 17 anos a decisão de viver da música se tornou definitiva. Mudou-se novamente para o Rio, mas já havia adotado Brasília como a terra de seu coração e tema constante de sua obra. Também seus parceiros preferidos foram amigos que fez ali, como José Alexandre, Mongol e Madalena Salles, entre outros.

Foi ainda em Brasília que tomou contato com a música erudita nos concertos do Teatro Nacional. Não só assiste aos concertos com seus amigos músicos, entre eles o maestro Otávio Maul e a família Prista Tavares, mas entra pelas madrugadas conversando sobre técnica e teoria musicais. Autodidata, devora livros sobre história da música.

Thursday, November 22, 2007

* Música " Bolero de Ravel " do compositor e violi

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* METAMORFOSE AMBULANTE *_ autoria Raul Seixas_canta Zé Ramalho_com depoimento

* AQUARIUS *__ Song Clip __ HAIR



HAIR__MUSICAL__História

Hair foi escrito por James Rado e Gerome Ragni (texto e letras das músicas) e Galt MacDermot (música). Estreou off-Broadway, em 17 de outubro de 1967 e, depois de 45 apresentações, foi para o Teatro Biltmore, na Broadway, em 29 de abril de 1968, onde foi à cena por mais 1.873 vezes.

Uma das atrizes do elenco, Beverly D'Angelo, se consagraria em Hollywood. Foi a única atriz que não apareceu nua em cena.

Seguiram-se outras montagens em Los Angeles,Londres e Sydney. No México, depois da primeira apresentação, a peça foi proibida pelo governo e os atores, ameaçados de prisão, tiveram que deixar apressadamente o país. Outras montagens se seguiram através do mundo , voltando a cartaz mais recentemente na Austrália, na Áustria e na Grã-Bretanha, com novas letras para as antigas canções.

Em setembro de 2005, nova montagem de Hair foi encenada em Londres, com a ação ambientada não mais na Guerra do Vietname, mas na Guerra do Golfo de 2003. James Rado concordou inicialmente com a montagem, mas o espetáculo mereceu críticas de actores que trabalharam na versão original. Na opinião deles, o espírito desta foi traído na atualização.

O álbum com as canções da peça foi agraciado com o Grammy de 1969.


CONTROVÉRSIA

Hair provocou controvérsia desde sua primeira apresentação. Mas em Nova York e em outros grandes centros, o descontentamento ficou circunscrito a críticas desfavoráveis dos conservadores. No entanto, quando a peça saiu em excursão pelos Estados Unidos, seus produtores sofreram ações legais por práticas obscenas e desrespeito à bandeira americana, discussão que chegou à Suprema Corte. Também na Grã-Bretanha o musical teve problemas com a censura.


ENREDO

O enredo da peça difere do enredo da versão cinematográfica dirigida por Milos Forman.

O musical segue a trajetória d’ A Tribo, um grupo de hippies da Era de Aquário politicamente ativos, em sua luta contra o recrutamento militar no período da Guerra do Vietname. Entre os hippies estão Claude e Berger, que lutam contra a convocação do primeiro, e Sheila, apaixonada pelos dois, mas muito envolvida na luta política para cuidar de seus sentimentos amorosos. Eles e os outros membros do grupo sintetizam o pensamento e a prática dos hippies nos anos 60.

No final, a maior diferença entre os enredos da peça e do filme: Claude chega à conclusão que a vida n’A Tribo não é o que ele realmente deseja e vai para o Vietname. No filme, Berger toma seu lugar e morre na guerra. O musical encerra sem que o público fique sabendo o destino de Claude no Vietname.

A MONTAGEM BRASILEIRA

Menos de um ano após a assinatura do Ato Institucional nº 5, que instaurou a fase mais dura do regime militar, com cassações de direitos políticos em massa e prisão e torturas de adversários, estreava em São Paulo a montagem brasileira do musical Hair, no palco do Teatro Aquarius, mais tarde Teatro Zaccaro .

A iniciativa, ousada para a época, deveu-se a Ademar Guerra, responsável por várias realizações pioneiras do teatro brasileiro e que vinha de uma temporada exitosa com a polêmica peça Marat/Sade, de Peter Brook.

Ademar e o produtor Altair Lima tiveram que vencer várias dificuldades. Primeiro, a descrença de empresários teatrais de que era possível montar um musical do porte de Hair no Brasil. Depois de vencida esta resistência, veio outro problema: a censura.

A montagem original era repleta de cenas em que os atores apareciam nus, o que desagradou a censura. Seguiu-se uma penosa negociação e, ao final, os censores concordaram em que a nudez dos atores seria mostrada apenas uma única vez na peça, em uma cena com apenas um minuto de duração e na qual os atores deveriam permanecer absolutamente imóveis.

Apesar das restrições, Ademar deu um tratamento requintado à cena, que caiu no gosto do público e da crítica e é lembrada até hoje como um dos grandes momentos do teatro brasileiro.

Hair marcou a estréia de vários jovens atores e atrizes, que depois se tornaram famosos por suas atuações no teatro, cinema e televisão. O elenco inicial era composto por Armando Bogus, Sônia Braga, Maria Helena, Altair Lima, Benê Silva, José França, Neusa Maria, Maria Regina, Marilene Silva, Laerte Morrone, Aracy Balabanian, Gilda Vandenbrande, Bibi Vogel e Acácio Gonçalves.

Sônia Braga, então com 18 anos, foi a grande estrela da peça, mas quase ficou de fora do elenco, pois não contava com a simpatia do diretor Ademar Guerra e só foi aceita por conta da insistência de Altair Lima. Entre os que se encantaram com Sônia, estava Caetano Veloso que compôs Tigresa em sua homenagem. Sônia era a tigresa de unhas negras e íris cor de mel, que trabalhou no Hair.

Ao longo da carreira da peça, que se estendeu até 1972, entraram as atrizes Ariclê Perez e Edyr Duqui (que depois faria parte do grupo musical As Frenéticas) e os atores Antonio Fagundes, Nuno Leal Maia, Ney Latorraca, Denis Carvalho, Buza Ferraz e Wolf Maia.

A direção musical da peça foi de Cláudio Petraglia, a coreografia, de Márika Gidali e a tradução das músicas para o português, de Renata Pallotini.

Pesquisa Internet

Wednesday, November 21, 2007

* LA BOHEME * __ Charles Aznavour

* CHARLES AZNAVOUR * __ SHE



SU BIOGRAFIA

Charles Aznavour es en la actualidad la máxima figura de la chanson francesa. Autor y compositor de más de 700 canciones que el ‘crooner’ ha cantado y sigue interpretando en cinco idiomas –además del francés-, y en los más prestigiosos escenarios de 90 países. Aznavour es el frenchie más famoso de Broadway, donde se le conoce como “el Sinatra francés”. Intérprete muy querido y admirado por el público en el mundo entero, desde su debút en los años cincuenta en el Emporium de Barcelona, Aznavour levanta al público en Italia cuando canta “Com´è triste Venecia”, es adorado en Polonia –los polacos le llaman el Napoleón de la chanson –, idolatrado por la juventud japonesa y aclamado en toda América Latina cuando interpreta sus canciones en español.

Hijo de Knar Bagdassarian, una actriz armenia de Turquía cuya familia fue exterminada durante el genocidio de su pueblo por los turcos, y de Mischa Aznavourian, un barítono armenio de Georgia, el pequeño Aznavour, en el París de los años treinta del pasado siglo, empezó siendo actor. Su primera participación en la pantalla fue en “La Tête contre les murs” (“Head against the walls”) y ganó el premio “Crystal Star”, el equivalente a los Oscar en Francia.

Probablemente hubiese terminado entre los mejores actores, de no haberse cruzado en su camino con el compositor y pianista Pierre Roche, con el que se puso a escribir canciones que ambos cantaban a dúo. Roche se marchó a Canadá, y el joven Aznavour se convirtió en autor, compositor e intérprete de sus propios temas musicales. Edith Piaf se fijó en él y lo acogió. La influencia de la gran cantante fue decisiva en la formación y la posterior carrera de Aznavour. A diferencia de otros intérpretes protegidos y formados por la Piaf, Aznavour no se convirtió en uno de sus innumerables amantes; siempre mantuvo con ella una fuerte y estrecha amistad. En sus memorias (Le temps des avants), Aznavour se deshace en elogios hacia la cantante, de la que dice que “tenía un corazón grande como el peñón de Gibraltar”.

Su voz, con un timbre un poco ronco, posee una potencia sorprendente y, sobre todo, una facilidad desconcertante para el swing. La suya era una voz hecha para el jazz, de hecho el jazz siempre ha estado presente en la carrera de Aznavour, hasta el disco Jazznavour (EMI, 1998) en que interpreta sus canciones acompañado de músicos de la talla de Michel Petrucciani, Jacky Terrason, Richar Galliano, y Pierre Drevet, algunas de ellas cantadas a dúo con Dianne Reeves.

Aznavour es asimismo autor de dos operetas, dos comedias musicales (la última, estrenada en Londres en el año 2000, sobre el personaje de Toulouse-Lautrec), ha vendido cien millones de discos y ha actuado en 59 películas (desde La Guerre des gosses, en 1936, hasta Ararat, de Atom Egoyan, en 2001, sobre el holocausto armenio, pasando por filmes tan conocidos como Tirez sur le pianiste, de François Truffaut, o Un taxi para Tobrouk de Denis de La Patellière).


Pero si Aznavour es un cantante con una técnica extraordinaria, sus canciones no lo son menos. Maurice Chevalier decía de él que era el cantante “que ha osado cantar el amor tal como se siente, se hace y se sufre”. Canciones como “Après l´amour” (Después de hacer el amor), rechazada en un principio, lo han convertido en un gran cantante popular, con el que se identifican las francesas y los franceses de la calle. Algunas de sus canciones están tan admirablemente rimadas que parecen más hechas para ser recitadas que para ser cantadas, pero la técnica y la fuerza de su voz han hecho de ellas verdaderos clásicos de la chanson, galardonadas con innumerables discos de oro, codiciadas por intérpretes tan diversos como Ray Charles y los Gipsy Kings. Muchos de los más grandes cantantes del mundo han grabado e interpretado su música, incluyendo a Edith Piaf, Maurice Chevalier, Bing Crosby, Ray Charles, Shirley Bassey, Fred Astaire, Liza Minnelli, entre muchas otras estrellas.

* SOUS LE CIEL DE PARIS * __ Orosz Zoltán Trió

Tuesday, November 20, 2007

* INESQUECÍVEL JESSÉ *_ Voa Liberdade

* FOTOS DE ELVIS PRESLEY * __ lindas e eternas




* Elvis Presley *__ Biografia


Elvis Aaron Presley (East Tupelo, Mississippi, 8 de janeiro de 1935 — Memphis, Tennessee, 16 de agosto de 1977) foi um famoso cantor, músico, ator e dançarino norte-americano, sendo mundialmente denominado O Rei do Rock, também conhecido pela alcunha de Elvis The Pelvis, apelido pelo qual ficou conhecido na década de 50 por sua maneira extravagante e ousada de dançar. Uma de suas maiores virtudes era a sua voz, devido ao seu alcance vocal, que atingia, segundo especialistas, notas musicais de difícil alcance para um cantor popular. A crítica especializada reconhece seu expressivo ganho, em extensão, com a maturidade; além de virtuoso senso rítmico, força interpretativa e um timbre de voz que o destacava entre os cantores populares, sendo avaliado como um dos maiores e por outros como o melhor cantor popular do século 20.

Elvis tornou-se um dos maiores ícones da cultura popular mundial durante todo o século XX.[ Entre seus sucessos musicais podemos destacar, "Hound Dog", "Don't Be Cruel", "Love me Tender", "All Shook up", "Teddy Bear", "Jailhouse Rock", "It's Now or Never", "Can´t Help Falling in Love", "Surrender", "Crying In The Chapel", "In The Ghetto", "Suspicious Minds", "Don't Cry Daddy", "The Wonder of You", "An American Trilogy", "Burning Love", "My Boy" e "Moody Blue". Especificamente na Europa, canções como "Wooden Heart", "You Don't Have To Say You Love Me", "My Boy" e "Moody Blue", foram também marcantes. Particularmente no Brasil, foram bem-sucedidas as canções "Kiss me Quick", "Bossa Nova Baby", "Bridge Over Troubled Water", "Sylvia" e "My Boy", dentre outras que também marcaram época. Após sua morte, novos sucessos advieram, como "Way Down" (logo após seu falecimento), "Always On My Mind", "Guitar Man", "A Little Less Conversation" e "Rubberneckin". Ainda hoje, quase trinta anos após sua morte, é o detentor do maior número de "hits" nas paradas mundiais e o recordista de venda de discos em todos os tempos, cerca de dois bilhões de cópias vendidas.

A VOZ DE ELVIS PRESLEY

Elvis dispunha de um registo vocal muito flexível e eclético para quem nunca teve aulas de canto ou mesmo ensino teórico convencional. Elvis, barítono, conseguia atingir 3 oitavas e, por vezes, atingir o registo vocal de tenores e baixos, talvez, devido a esses fatores, muitos conhecedores de sua obra, fãs propriamente, chamam-no de A Voz.
Segundo aqueles que são ávidos de apresentações ao vivo de Elvis, principalmente da década de 70, ele demonstrava com maestria o seu poder vocal, e que até os dias atuais, ainda impressiona aqueles que não conhecem a sua carreira em sua forma mais abrangente; Elvis atingia em muitas de suas performances o chamado "dó de peito", que corresponde a nota músical "Sol 3", feita com voz de cabeça - como se fosse um falsete.
Para surpresa de alguns iniciantes em sua vasta obra, Elvis já dava sinais de grande poder vocal já na década de 50, principalmente em notas graves, a gênese desse futuro fenômeno vocal se deu, na avaliação de alguns, no ano de 1957. Dando prosseguimento a sua evolução como intérprete, Elvis atingiria na década seguinte, uma maturidade vocal bastante elevada, tanto em notas graves e agora também, em notas agudas; um marco dessa evolução, seria o álbum How Great Thou Art, gravado em 1966 e lançado logo em seguida, no início de 1967.
Elvis deu inicio a sua carreira profissional com apenas 19 anos de idade, portanto, o período de transição da adolescência para a fase adulta, a chamada puberdade, onde, a voz de Elvis estava em plena transformação, atingido assim a sua maturidade nos anos posteriores.
Com o uso constante da voz, as pregas vocais vão se tornando mais resistentes, respondendo muito melhor e mais prontamente, permitindo assim ao cantor atingir notas mais agudas e melhorar a qualidade sonora como um todo, fazendo assim de sua voz um verdadeiro instrumento, como dizem que era o caso de Elvis Presley.
O grande desafio de quem privilegia a extensão é a afinação, canto extremamente técnico, e Elvis conseguiu em várias oportunidades a conciliação difícil, segundo os especialistas. Uma das notas mais difíceis de se atingir é o "dó acima dó central", e Elvis atingiu muitas vezes em espetáculos ao vivo durante a década de 70, dito por especialistas.
Com um extenso alcance vocal e sua técnica de certa forma operesca, principalmente na década de 70, Elvis Presley se notabilizou por ser um dos mais impressionantes exemplos do que um cantor pode fazer com sua voz, transformando-a em um verdadeiro instrumento, provocando até dúvida em algumas pessoas, com os seus ceticismos, se as performances são mesmo de autoria de Elvis.

Monday, November 19, 2007

Sunday, November 18, 2007

* Uma Semana Feliz *

* UM SONHO *

Sonho , no quintal uma paineira ...
na varanda uma cadeira
menininho a chorar ...
por trás do muro encabulada
surge a lua na calçada a sonhar ficou fugiu ...
canta , canta no ar uma lembrança
chora em mim uma criança que a noite levou ...
corre o rio na calçada ,
a sonhar surge do nada
uma voz chamou ! prende a mão que me leva ...
corre o rio surge a treva ,
vem amor ... e vai !

* GRACIAS A LA VIDA *__ Mercedes Sosa

* NANA MOUSKOURI * __ Vaya con Dios __ Divina Canción *

* NANA MOUSKOURI * __ Song Of Liberty

Nana Mouskouri __ Parlez Moi D'amour



Nana Mouskouri__ Breve Biografia

Nana Mouskouri (Nανά Μούσκουρη, il cui vero nome è Ioanna Mouskouri, nata il 13 ottobre 1934 a Creta, Grecia) è una cantante e donna politica greca. Molti sostengono che sia la musicista più venduta di tutti i tempi (insieme alla russa Alla Pugacheva e alle statunitensi Madonna e Cher) anche perché ha inciso molte sue canzoni in più lingue, tra cui greco, francese, inglese, spagnolo, italiano, tedesco e portoghese. Tra le altre cose è ricordata per i suoi occhiali, depositati come marchio registrato. Ha venduto ben oltre 200 milioni di dischi in tutto il mondo, registrando circa 1500 canzoni in 15 lingue[1]. Ha più di 300 album d'oro e di platino. È tra le artiste più vendute in Francia, dopo Dalida. Le sue canzoni sono per lo più conosciute per la malinconia, la nostalgia e le sentimentali riflessioni sull'amore, per le quali la sua voce è particolarmente adatta.

Quando Mouskouri aveva 3 anni la sua famiglia si trasferì ad Atene. Nel 1950 entrò al Conservatorio di Atene ma ne fu espulsa nel 1957 perché scoperta a cantare di notte con un gruppo jazz. Vinse il primo premio del festival canoro greco nel 1959 cantando Kapou Iparchi Agapi Mou di Manos Hadjidakis.

Il suo primo successo fu The White Rose of Athens (1961), seguì The Girl from Greece Sings (1962), un album prodotto da Quincy Jones. Nel 1963 fu la concorrente del Lussemburgo nell'Eurovision Song Contest con "À Force de Prier", quindi pubblicò l'album in inglese Nana Sings (1965) e quello in francese Le Jour où la Colombe (1967).

Mouskouri è stata nominata ambasciatrice benemerita dell'UNICEF nell'ottobre del 1993. Dal 1994 al 1999 ha rappresentato la Grecia nel Parlamento Europeo. Attualmente vive in Svizzera col suo secondo marito André Chapelle e arriva a sostenere tuttora circa 100 concerti all'anno. Nel 2004 la sua casa discografica francese ha rilasciato un box set senza precedenti di 34 CD con oltre 600 canzoni .

* THE POWER OF LOVE * __ Linda Interpretação de Nana Mouskouri *

Friday, November 16, 2007

Andrea Bocelli et Helene Segara__Vivo per Lei

Textos e Poemas de Bertold Brecht_ Biografia


Bertolt Brecht(Poeta e dramaturgo alemão)10-2-1898, Augsburgo 14-8-1956, Berlim Oriental
Eugen Berthold Friedrich Brecht é um dos autores alemães mais importantes do século XX, especialmente nas suas facetas de dramaturgo e de poeta. De formação marxista, Bertolt Brecht (seu nome artístico) dava grande importância à dimensão pedagógica das suas obras de teatro: contrário à passividade do espectador, sua intenção era formar e estimular o pensamento crítico do público. Para isso, servia-se de efeitos de distanciamento, como máscaras, entreatos musicais ou painéis nos quais se comentava a ação. Brecht expôs em escritos de caráter teórico e encenações modelares essa nova forma de entender o teatro. O reconhecimento de sua genialidade chegou muito depressa: em 1922, foi concedido ao jovem Brecht o prêmio Kleist por Tambores da Noite. No entanto, no princípio dedicou-se à assessoria artística, trabalhando, por exemplo, para o Teatro Alemão de Berlim, de Max Reinhard, entre 1924 e 1926. Brecht consolidou-se como escritor independente logo após os musicais Ópera dos Três Vinténs (1928) – que bem mais tarde inspiraria a Ópera do Malandro, do brasileiro Chico Buarque de Holanda – e Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny (1930), escritos em colaboração com o compositor Kurt Weil. A crítica social contida nessas obras e seu humor cínico causaram escândalo na República de Weimar alemã. A ascensão ao poder dos nazistas marcou o início de uma longa odisséia para Brecht, que, no final, o conduziu à Califórnia, onde permaneceu até o final da guerra e onde escreveu muitas das suas famosas obras teatrais: Galileu Galilei (1938), que aborda a responsabilidade da ciência, dando três pontos de vista distintos nas suas três versões; a peça antibelicista Mãe Coragem (1939); A Boa Pessoa de Setzuan (1941). Em colaboração com Lion Feuchtwanger, em As Visões de Simone Machard, transportou para a época da Segunda Guerra Mundial o mito de Joana d´Arc, personagem que já tinha abordado em 1930 em Santa Joana dos Matadouros, que só estreou em 1959. A obra contra Hitler, A Ascensão Irresistível de Arturo Ui, escrita no exílio na Finlândia, em 1941, só estreou depois da morte de Brecht. Após o regresso à Alemanha Oriental, fundou –- e, a partir de 1949, dirigiu, conjuntamente com sua mulher –- o Berliner Ensemble, onde se encenavam principalmente suas obras. Tal como as peças de teatro, a obra lírica de Brecht, publicada em quatro coleções, contém uma importante carga de crítica política e de ironia, embora também tenha composto poemas de amor muito pessoais. São especialmente conhecidas as Histórias do Sr. Keuner, coleção de breves episódios, que escreveu desde 1930 até a sua morte e foi publicada em 1958.Ajude a deixar este site mais completo, compartilhe seu conhecimento.



Textos



Bertold Brecht

Poemas de Bertold Brecht



Os que lutam
"Há aqueles que lutam um dia; e por isso são muito bons;
Há aqueles que lutam muitos dias; e por isso são muito bons;
Há aqueles que lutam anos; e são melhores ainda;
Porém há aqueles que lutam toda a vida; esses são os imprescindíveis."

O Analfabeto Político:


O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão,
do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia
a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta,
o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista,
pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.



Nada é impossível de Mudar :


"Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de
hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem
sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural
nada deve parecer impossível de mudar."

Privatizado
"Privatizaram sua vida, seu trabalho, sua hora de amar e seu direito de pensar.
É da empresa privada o seu passo em frente,
seu pão e seu salário. E agora não contente querem
privatizar o conhecimento, a sabedoria,
o pensamento, que só à humanidade pertence."


SOBRE A VIOLÊNCIA


A corrente impetuosa é chamada de violenta
Mas o leito do rio que a contem
Ninguém chama de violento.

A tempestade que faz dobrar as betulas
É tida como violenta
E a tempestade que faz dobrar
Os dorsos dos operários na rua?



DAS ELEGIAS DE BUCKOW


Viesse um vento
Eu poderia alçar vela.
Faltasse vela
Faria uma de pano e pau. FERRO.
No sonho esta noite
Vi um grande temporal.
Ele atingiu os andaimes
Curvou a viga
A feita de ferro.
Mas o que era de madeira
Dobrou-se e ficou.

SE FÔSSEMOS INFINITOS
Fossemos infinitos
Tudo mudaria
Como somos finitos
Muito permanece.

QUEM SE DEFENDE


Quem se defende porque lhe tiram o ar
Ao lhe apertar a garganta, para este há um parágrafo
Que diz: ele agiu em legitima defesa. Mas
O mesmo parágrafo silencia
Quando vocês se defendem porque lhes tiram o pão.
E no entanto morre quem não come, e quem não come o suficiente
Morre lentamente. Durante os anos todos em que morre
Não lhe é permitido se defender.


PERGUNTAS DE UM TRABALHADOR QUE LÊ


Quem construiu a Tebas de sete portas?
Nos livros estão nomes de reis.
Arrastaram eles os blocos de pedra?
E a Babilônia varias vezes destruída--
Quem a reconstruiu tanta vezes? Em que casas
Da Lima dourada moravam os construtores?
Para onde foram os pedreiros, na noite em que
a Muralha da China ficou pronta?
A grande Roma esta cheia de arcos do triunfo
Quem os ergueu? Sobre quem
Triumfaram os Cesares? A decantada Bizancio
Tinha somente palácios para os seus habitantes? Mesmo
na lendária Atlântida
Os que se afogavam gritaram por seus escravos
Na noite em que o mar a tragou.
O jovem Alexandre conquistou a Índia.
Sozinho?
César bateu os gauleses.
Não levava sequer um cozinheiro?
Filipe da Espanha chorou, quando sua Armada
Naufragou. Ninguém mais chorou?
Frederico II venceu a Guerra dos Sete Anos.
Quem venceu alem dele?

Cada pagina uma vitoria.
Quem cozinhava o banquete?
A cada dez anos um grande Homem.
Quem pagava a conta?

Tantas histórias.
Tantas questões.


EU SEMPRE PENSEI


E eu sempre pensei: as mais simples palavras
Devem bastar. Quando eu disser como é
O coração de cada um ficara dilacerado.
Que sucumbiras se não te defenderes
Isso logo veras.


NÃO NECESSITO DE PEDRA TUMULAR


Não necessito de pedra tumular, mas
Se necessitarem de uma para mim
Gostaria que nela estivesse:
Ele fez sugestões
Nós as aceitamos.
Por tal inscrição
Estaríamos todos honrados.

LENDO HORACIO


Mesmo o diluvio
Não durou eternamente.
Veio o momento em que
As águas negras baixaram.
Sim, mas quão poucos
Sobreviveram!

EPITÁFIO PARA GORKI


Aqui jaz
O enviado dos bairros da miséria
O que descreveu os atormentadores do povo
E aqueles que os combateram
O que foi educado nas ruas
O de baixa extração
Que ajudou a abolir o sistema de Alto a Baixo
O mestre do povo
Que aprendeu com o povo.

NA MORTE DE UM COMBATENTE DA PAZ


À memória de Carl von Ossietzky
Aquele que não cedeu
Foi abatido
O que foi abatido
Não cedeu.
A boca do que preveniu
Está cheia de terra.
A aventura sangrenta
Começa.
O túmulo do amigo da paz
É pisoteado por batalhões.
Então a luta foi em vão?
Quando é abatido o que não lutou só
O inimigo
Ainda não venceu.

A MÁSCARA DO MAL


Em minha parede há uma escultura de madeira japonesa
Máscara de um demônio mau, coberta de esmalte dourado
Copreensivo observo
As veias dilatadas da fronte, indicando
Como é cansativo ser mal

REFLETINDO SOBRE O INFERNO


Refletindo, ouço dizer, sobre o inferno
Meu irmão Shelley achou ser ele um lugar
Mais ou menos semelhante a Londres. Eu
Que não vivo em Londres, mas em Los Angeles
Acho, refletindo sobre o inferno, que ele deve
Assemelhar-se mais ainda a Los Angeles.

Também no inferno
Existem, não tenho dúvidas, esses jardins luxuriantes
Com as flores grandes como árvores, que naturalmente fenecem

Sem demora, se não são molhadas com água muito cara.
E mercados de frutas
Com verdadeiros montes de frutos,no entanto
Sem cheiro nem sabor.E intermináveis filas de carros
Mais leves que suas próprias sombras,mais rápidos
Que pensamentos tolos,autómoveis reluzentes,nos quais

Gente rosada,vindo de lugar nenhum,vai a nenhum lugar.
E casas construídas para pessoas felizes,portanto vazias
Mesmo quando habitadas.
Também as casas do inferno não são todas feias
Mas a preocupacão de serem lançados na rua
Consome os moradortes das mansões nao menos que
Os moradores do barracos.


NA GUERRA MUITAS COISAS CRESCERÃO


Ficarão maiores
As propriedades dos que possuem
E a miséria dos que não possuem
As falas do guia*
E o silêncio dos guiados.

* FührerCOMO BEM SEI


Como bem sei
Os impuros viajam para o inferno
Através do céu inteiro.
São levados em carruagens transparentes:
Isto embaixo de vocês, lhe dizem
É o céu.
Eu sei que lhes dizem isso
Pois imagino
Que justamente entre eles
Há muitos que não o reconheceriam, pois eles
Precisamente
Imaginavam-no mais radiante

JAMAIS TE AMEI TANTO


Jamais te amei tanto, ma soeur
Como ao te deixar naquele pôr do sol
O bosque me engoliu, o bosque azul, ma soeur
Sobre o qual sempre ficavam as estrelas pálidas
No Oeste.
Eu ri bem pouco, não ri, ma soeur
Eu que brincava ao encontro do destino negro -
Enquanto os rostos atrás de mim lentamente
Iam desaparecendo no anoitecer do bosque azul.
Tudo foi belo nessa tarde única, ma soeur
Jamais igual, antes ou depois -
É verdade que me ficaram apenas os pássaros
Que à noite sentem fome no negro céu.

A MINHA MÃE


Quando ela acabou, foi colocada na terra
Flores nascem, borboletas esvoejam por cima...
Ela, leve, não fez pressão sobre a terra
Quanta dor foi preciso para que ficasse tão leve!


TAMBÉM O CÉU


Também o céu às vezes desmorona
E as estrelas caem sobre a terra
Esmagando-a com todos nós.
Isto pode ser amanhã.

O NASCIDO DEPOIS


Eu confesso: eu
Não tenho esperança.
Os cegos falam de uma saída. Eu Vejo.
Após os erros terem sido usados
Como última companhia, à nossa frente
Senta-se o Nada.

EPÍSTOLA SOBRE O SUICÍDIO


Matar-se
É coisa banal.
Pode-se conversar com a lavadeira sobre isso.
Discutir com um amigo os prós e os contras.
Um certo pathos, que atrai
Deve ser evitado.
Embora isto não precise absolutamente ser um dogma.
Mas melhor me parece, porém
Uma pequena mentira como de costume:
Você está cheio de trocar a roupa de cama, ou melhor
Ainda:
Sua mulher foi infiel
(Isto funciona com aqueles que ficam surpresos com essas coisas
E não é muito impressionante)
De qualquer modo
Não deve parecer
Que a pessoa dava
Importância demais a si mesmo

UM HOMEM PESSIMISTA


Um homem pessimista
É tolerante.
Ele sabe deixar a fina cortesia desmanchar-se na língua
Quando um homem não espanca uma mulher
E o sacrifício de uma mulher que prepara café para seu amado
Com pernas brancas sob a camisa -
Isto o comove.
Os remorsos de um homem que
Vendeu o amigo
Abalam-no, a ele que conhece a frieza do mundo
E como é sábio
Falar alto e convencido
No meio da noite.


SOUBE


Soube que
Nas praças dizem de mim que durmo mal
Meus inimigos, dizem, já estão assentando casa
Minhas mulheres põem seus vestidos bons
Em minha ante-sala esperam pessoas
Conhecidas como amigas dos infelizes.
Logo
Ouvirão que não como mais
Mas uso novos ternos
Mas o pior é: eu mesmo
Observo que me tornei
Mais duro com as pessoas.

QUEM NÃO SABE DE AJUDA


Como pode a voz que vem das casas
Ser a da justiça
Se os pátios estão desabrigados?
Como pode não ser um embusteiro aquele que
Ensina os famintos outras coisas
Que não a maneira de abolir a fome?
Quem não dá o pão ao faminto
Quer a violência
Quem na canoa não tem
Lugar para os que se afogam
Não tem compaixão.
Quem não sabe de ajuda
Que cale.


ACREDITE APENAS


Acredite apenas no que seus olhos vêem e seus ouvidos
Ouvem!
Também não acredite no que seus olhos vêem e seus
Ouvidos ouvem!
Saiba também que não crer algo significa algo crer!


COM CUIDADO EXAMINO


Com cuidado examino
Meu plano: ele é
Grande, ele é
Irrealizável.


OS ESPERANÇOSOS


Pelo que esperam?
Que os surdos se deixem convencer
E que os insaciáveis
Lhes devolvam algo?
Os lobos os alimentarão, em vez de devorá-los!
Por amizade
Os tigres convidarão
A lhes arrancarem os dentes!
É por isso que esperam!

NO SEGUNDO ANO DE MINHA FUGA


No segundo ano de minha fuga
Li em um jornal, em língua estrangeira
Que eu havia perdido minha cidadania.
Não fiquei triste nem alegre
Ao ver meu nome entre muitos outros
Bons e maus.
A sina dos que fugiam não me pareceu pior
Do que a sina dos que ficavam.


PARA LER DE MANHÃ E À NOITE


Aquele que amo
Disse-me
Que precisa de mim.
Por isso
Cuido de mim
Olho meu caminho
E receio ser morta
Por uma só gota de chuva.

DE QUE SERVE A BONDADE
1
De que serve a bondade
Se os bons são imediatamente liquidados, ou são liquidados
Aqueles para os quais eles são bons?
De que serve a liberdade
Se os livres têm que viver entre os não-livres?
De que serve a razão
Se somente a desrazão consegue o alimento de que todos necessitam?
2
Em vez de serem apenas bons, esforcem-se
Para criar um estado de coisas que torne possível a bondade
Ou melhor: que a torne supérflua!
Em vez de serem apenas livres, esforcem-se
Para criar um estado de coisas que liberte a todos
E também o amor à liberdade
Torne supérfluo!
Em vez de serem apenas razoáveis, esforcem-se
Para criar um estado de coisas que torne a desrazão de um indivíduo
Um mau negócio.

A Cruz de Giz


Eu sou uma criada. Eu tive um romance
Com um homem que era da SA.
Um dia, antes de ir
Ele me mostrou, sorrindo, como fazem
Para pegar os insatisfeitos.
Com um giz tirado do bolso do casaco
Ele fez uma pequena cruz na palma da mão.
Ele contou que assim, e vestido à paisana
anda pelas repartições do trabalho
Onde os empregados fazem fila e xingam
E xinga junto com eles, e fazendo isso
Em sinal de aprovação e solidariedade
Dá um tapinha nas costas do homem que xinga
E este, marcado com a cruz branca
é apanhado pela SA. Nós rimos com isso.
Andei com ele um ano, então descobri
Que ele havia retirado dinheiro
Da minha caderneta de poupança.
Havia dito que a guardaria para mim
Pois os tempos eram incertos.
Quando lhe tomei satisfações, ele jurou
Que suas intenções eram honestas. Dizendo isso
Pôs a mão em meu ombro para me acalmar.
Eu corri, aterrorizada. Em casa
Olhei minhas costas no espelho, para ver
Se não havia uma cruz branca.

As margens


Do rio que tudo arrasta se
diz que é violento
Mas ninguém diz violentas as
margens que o comprimem

O Vosso tanque General, é um carro forte
Derruba uma floresta esmaga cem
Homens,
Mas tem um defeito
- Precisa de um motorista
O vosso bombardeiro, general
É poderoso:
Voa mais depressa que a tempestade
E transporta mais carga que um elefante
Mas tem um defeito
- Precisa de um piloto.
O homem, meu general, é muito útil:
Sabe voar, e sabe matar
Mas tem um defeito-
Sabe pensar
Entre na história e desfrute de um dos maiores arquivos multimídia da internet, com textos clássicos, vídeos, imagens e sons históricos.

Wednesday, November 14, 2007

* Como é Triste * __ mensagem maravilhosa , com poema da poetisa Nádya Haua , uma Arte Literária que merece destaque , meus parabéns pelo texto . *




Como é Triste



Como é triste fitar

Os olhos negros do luar

Majestoso em sua imensidão

Convidando-me a sonhar...

Como é triste sentir

O leve e doce tocar

Do vento morno em minha pele

E ninguém para amar...

Como é triste sentir

Saudades do que não se tem

Saudades do que já se perdeu

E que é lembrado como um simples alguém...

Como é triste ver o pôr-do-sol

Consumido pelo mar

Como é triste morrer lentamente

Sem ter forças para lutar...

Como é triste essa noite

Essa noite sombria de luar

Como é triste minha vida

De amar o que não se pode amar...



Nádya Haua

04/09/07

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Direitos Autorais Protegidos

Tuesday, November 13, 2007

* Marília Pera * canta Carmen Miranda *

* ELIS REGINA * __ * Aquarela do Brasil *

* GAL COSTA __ Aquarela do Brasil *



Brasil , meu Brasil brasileiro
Meu mulato inzoneiro
Vou cantar-te nos meus versos
O Brasil, samba que dá
Bamboleio que faz gingá
O Brasil do meu amor
Terra de Nosso Senhor
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...

Ô, abre a cortina do passado
Tira a mãe preta do serrado
Bota o rei congo no congado
Brasil! Brasil!
Deixa cantar de novo o trovador
A merencória luz da lua
Toda a canção do meu amor
Quero ver a “sá dona” caminhando
Pelos salões arrastando
O seu vestido rendado
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...

Brasil, terra boa e gostosa
Da morena sestrosa
De olhar indiscreto
O Brasil, verde que dá
Para o mundo se admirá
O Brasil do meu amor
Terra de Nosso Senhor
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...

Ô, esse coqueiro que dá côco
Ôi onde amarro a minha rêde
Nas noites claras de luar
Brasil! Brasil!
Ô, ôi essas fontes murmurantes
Ôi onde eu mato a minha sede
E onde a lua vem brincá
Ôi, esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil brasileiro
Terra de samba e pandeiro
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...

Monday, November 12, 2007

* Letra de Aquarela Brasileira de Ary Barroso *







Vejam essa maravilha de cenário
É um episódio relicário
Que o artista num sonho genial
Escolheu para este carnaval
E o asfalto como passarela
Será a tela do Brasil em forma de aquarela
Passeando pelas cercanias do Amazonas
Conheci vastos seringais
No Pará, a ilha de Marajó
E a velha cabana do Timbó
Caminhando ainda um pouco mais
Deparei com lindos coqueirais
Estava no Ceará, terra de Irapuã
De Iracema e Tupã
E fiquei radiante de alegria
Quando cheguei na Bahia
Bahia de Castro Alves, do acarajé
Das noites de magia, do candomblé
Depois de atravessar as matas do Ipú
Assisti em Pernambuco
A festa do frevo e do maracatu
Brasília tem o seu destaque
Na arte, na beleza, arquitetura
Feitiço de garoa pela serra
São Paulo engrandece a nossa terra
Do leste, por todo o Centro-Oeste
Tudo é belo e tem lindo matiz
No Rio dos sambas e batucadas
Dos malandros e mulatas
De requebros febris
Brasil, essas nossas verdes matas
Cachoeiras e cascatas
De colorido sutil
E este lindo céu azul de anil
Emoldura em aquarela o meu Brasil

* A Paz não é estagnação , é o Equilíbrio do Movimento , da Arte e do Amor *

Saturday, November 10, 2007

* História da Arte * __ Estilos Artísticos __ Estilo Barroco *


O período barroco
O ano de 1580 é significativo, marcado pela morte de Camões (e com ela, a decadência do movimento clássico), e pelo fim da autonomia política de Portugal, com o desaparecimento do rei D. Sebastião, na África, sendo que o seu sucessor foi Felipe II de Espanha, que anexou o reino português a seus domínios.

O capitólio político passou a ser Madrid, tendo Portugal perdido, além do seu foco político, o seu foco cultural. No século que se seguiu (século XVII), a influência predominante passou a ser a espanhola que se tornou marcante na cultura portuguesa e durante este mesmo período, brotam aos olhos da Espanha uma riquíssima geração de escritores, como Gôngora, Quevedo, Cervantes, Lopes de Vega e Calderón além de muitos outros.

Em 1640, Portugal inicia sua empreitada na reconquista de sua posição no cenário europeu, libertando-se do domínio espanhol, após D. João IV, da dinastia de Bragança, subir ao trono. Até 1668, muitas lutas correram, contra a Espanha, na defesa da independência e contra os holandeses, em busca de recuperar as colônias da África Ocidental e parte do Brasil.

Este foi um período de intensa agitação social, com esforços permanentes em busca do restabelecimento da vida econômica, política e cultural. Publicaram-se várias obras panfletárias clandestinas, que denotavam posição contrária a corrupção do Estado e a exploração do povo. A mais famosa e significativa é a Arte de Furtar, cuja autoria está atribuída desde 1941 ao Padre Manuel da Costa e é hoje praticamente incontestada (vide a indispensável edição crítica da obra por Roger Bismut, Imprensa Nacional, 1991).

Marquês de Pombal, ministro do rei D.José, subiu ao poder em 1750, com propostas renovadoras, que inauguraram uma nova fase na história cultural portuguesa. Em 1756, a Arcádia Lusitana demarcou o início de novas concepções literárias.

No Brasil, o período foi marcado por novas diretrizes na política de colonização, e estabeleceram-se engenhos de cana-de-açúcar na Bahia. Salvador, como capital do Brasil, transformou-se em um núcleo populacional importante, e como consequência, um centro cultural que, mesmo timidamente, fez surgir grandes figuras, como Gregório de Matos. O Barroco Brasileiro teve início em 1601, tendo como obra significativa, Prosopopéia, de Bento Teixeira, terminando com as obras de Cláudio Manuel da Costa, em 1768, uma introdução ao Neoclassicismo.

O barroco foi desenvolvido no século XVII. Nesse período, o terror provocado pela inquisição pois tentava limitar pensamentos e manifestações culturais e impôr a austeridade.


Arte barroca
Embora tenha o Barroco assumido diversas características ao longo de sua história, seu surgimento está intimamente ligado à Contra-Reforma. A arte barroca procura comover intensamente o espectador. Nesse sentido, a Igreja converte-se numa espécie de espaço cênico, num teatro sacrum onde são encenados os dramas.

O Barroco é o estilo da Reforma católica também denominada de Contra-Reforma. Arquitetura, escultura, pintura, todas as belas artes, serviam de expressão ao Barroco nos territórios onde ele floresceu: a Espanha, a Itália, Portugal, os países católicos do centro da Europa e a América Latina.

O catolicismo barroco também impregnou a literatura, e uma das suas manifestações mais importantes e impressionantes foram os "autos sacramentais", peças teatrais de argumento teológico, reflexo do espírito espanhol do século XVII, e que eram muito apreciados pelo grande público, o que denota o elevado grau de instrução religiosa do povo.

Contrariamente à arte do Renascimento, que pregava o predomínio da razão sobre os sentimentos, no Barroco há uma exaltação dos sentimentos, a religiosidade é expressa de forma dramática, intensa, procurando envolver emocionalmente as pessoas.

Além da temática religiosa, os temas mitológicos e a pintura que exaltava o direito divino dos reis (teoria defendida pela Igreja e pelo Estado Nacional Absolutista que se consolidava) também eram freqüentes.

De certa maneira, assistimos a uma retomada do espírito religioso e místico da Idade Média, numa espécie de ressurgimento da visão teocêntrica do mundo. E não é por acaso que a arte barroca nasce em Roma, a capital do catolicismo.

A escola literária barroca é marcada pela presença constante da dualidade. Antropocentrismo versus teocentrismo, céu versus inferno, entre outras constantes.

Contudo, não há como colocar o Barroco simplesmente como uma retomada do fervor cristão. A sua grande diferença do período medieval é que agora o homem, depois do Renascimento, tem consciência de si e vê que também tem seu valor - com exemplos em estudos de anatomia e avanços científicos o homem deixa de colocar tudo nas mãos de Deus.

O Barroco caracteriza-se, portanto, num período de dualidades; num eterno jogo de poderes entre divino e humano.

* Me diz como fugir do que levamos por dentro * _ Ana Carolina

Thursday, November 08, 2007

* ESPERANÇA *

* MONA LISA *_ Leonardo da Vinci _ Museu do Louvre __ Paris


"Mona Lisa", de Leonardo da Vinci, Museu do Louvre, Paris – França.
A "Mona Lisa", de Leonardo da Vinci, o mais duradouro símbolo da mística feminina, tornou-se o retrato de uma virtuosa mãe de família, que teve cinco filhos, incluindo duas meninas que viraram freiras.
Depois de dois séculos em que os historiadores tentaram desvendar a identidade da modelo — as teorias iam desde a própria mãe do pintor até uma prostituta de Florença — novas pesquisas chegaram a uma conclusão: trata-se de Lisa Gherardini, mulher de um rico comerciante de seda.
Giuseppe Pallanti, professor de Florença que passou os últimos 25 anos pesquisando os arquivos da cidade, descobriu as primeiras evidências claras da relação da família Da Vinci com Francesco del Giocondo, rico comerciante de seda que se casou com Lisa, em 1495.
O pesquisador também descobriu que, em 1550, Giorgio Vasari, biógrafo do artista italiano, disse que Lisa seria a mulher retratada por Da Vinci. E ele era uma fonte confiável, porque conheceu a família Giocondo pessoalmente.
Por séculos, a "Mona Lisa" foi conhecida também como "La Gioconda", justamente por causa da teoria de Vasari. Apesar disso, a enigmática natureza do quadro e seu misterioso sorriso foram estudados por dezenas de pesquisadores, principalmente porque, ao contrário de outros retratos da época, a pintura não está assinada, datada e nada indica o nome da mulher sentada.
Entre as que foram apontadas como possíveis modelos aparecem Isabella d'Este (mostrada no selo abaixo), Isabella Gualanda e Cecilia Gallerani, figuras da sociedade italiana daquele tempo, e várias outras cortesãs e prostitutas. A mãe do artista também chegou a ser identificada como a mulher retratada...
Selo da França emitido em 1983 mostra o retrato de Isabelle d'Este.
Baseada no fato de que o rosto de Da Vinci é semelhante ao da "Mona Lisa", mais recentemente uma outra teoria foi levantada, a de que, na verdade, o quadro seria um auto-retrato do artista, que hoje acredita-se fosse homossexual...
Agora, depois de anos mergulhado nos arquivos da cidade, Pallanti descobriu que o pai de Da Vinci foi amigo de Francesco del Giocondo.
— O retrato de Mona Lisa, feito quando Lisa tinha 24 anos, foi provavelmente encomendado pelo próprio pai de Da Vinci para o seu amigo — diz Pallanti, que vem defendendo a sua tese num livro recém-publicado. — O pai de Da Vinci pode ter feito a encomenda também para ajudar o filho, que naquele tempo ainda não era conhecido. (© O Globo)
Do lado esquerdo, selo da França emitido em 1999, para a PhilexFrance'99. Ao lado, vinheta da França que compõe um tríptico de 1993, emitido para marcar o Bicentenário do Museu do Louvre. Abaixo, o selo do Reino Unido, emitido em 1990, também mostra um detalhe da obra "Mona Lisa".

Ao pintar a famosa obra "Santa Ceia", também conhecida por "A Última Ceia" ou em italiano "Ultima Cena" (Schema del Cenacolo Vinciano), Leonardo retratou cada um dos 12 Apóstolos de Cristo...
Esta obra quase desapareceu pelo uso de suas inovações na preparação do afresco. Feita em 1497 ou 98, com 460 x 880 centímetros, para o refeitório do Convento de Santa Maria delle Grazie, em Milão – Itália.
A imagem abaixo retrata uma cópia da obra original, a qual é similar... só que na pintura original a parte que mostra os pés de Cristo não existe mais devido a uma porta que costruíram no local a séculos atrás...
Da esquerda para à direita, os nomes em italiano dos 12 Apóstolos em poses análogas às atitudes de cada signo:
– Bartolomeo (Bartolomeu)– Giacomo Minore (Tiago Menor)– Andrea (André, irmão de Pedro)– Giuda (Judas Iscariotes, aquele que o traiu)– Pietro (Pedro)– Giovanni (João Evangelista, autor do Apocalipse)– Gesù Cristo (Jesus Cristo)– Tommaso (Tomé)– Giacomo Maggiore (Tiago Maior)– Filippo (Felipe, irmão de João)– Matteo (Mateus, um dos Evangelistas)– Giuda Taddeo (Judas Tadeu)– Simone Zelota (Simão Zelota, o Cananeu)
Tive a oportunidade de contemplar a obra em 31/07/2007, às 9 horas da manhã, na Piazza Santa Maria delle Grazie 2, Milano (http://www.cenacolovinciano.it/). Nota: para ver essa obra é necessário agendar a visita. Abaixo, um selo da Libéria emitido em 1969.
Leonardo, talvez, tenha sido o maior pensador que já tivemos, um gênio insaciável pelo conhecimento. Ele era um visionário para sua época, pois idealizou o tanque de guerra, helicóptero, pará-quedas, descobriu que o homem nunca poderia voar que nem os pássaros, batendo asas...
Em toda sua vida trabalhou com arte, urbanismo, aerologia, hidráulica, engenharia, guerra, anatomia, náutica, mecânica, botânica, entre outras coisas. Mas, em 1519, depois de 67 anos de seu nascimento na pequena cidade de Vinci na Itália, o mundo perdeu o maior pensador de todos os tempos.
"São Jerônimo" – Vaticano
"Madona de Garofano" – Munique, Alemanha

For over twenty years da Vinci showered his apprentice, Andrea Salaino, with expensive gifts. In 1512 Francesco Meizi replaced Salaino in Leonardo's affections...
Do lado esquerdo, selo da Romênia... Do lado direito, selo da Alemanha emitido em 1990. Existe um outro selo alemão, emitido em 1952 (Michel: 311/314) que também mostra Leonardo da Vinci.
Abaixo, 4 selos italianos... No centro, os dois selos foram emitidos em 1952 para comemorar o Quinto Centenário do Nascimento de Leonardo da Vinci. Do lado direito, um selo aéreo emitido pela Itália.
Máximo postal da França emitido em 09/07/1952; nasceu em Vinci (Itália) e morreu em Amboise.
Outras emissões:Mônaco – selo emitido em 21/03/2002: Aniversário de 550 Anos do Nascimento de Leonardo de Vinci, com valor facial de 0,76 €.
Citação de Leonardo:
"Quando ouvimos o sinos, ouvimos aquilo que já trazemos em nós mesmos como modelo. Sou da opinião que não se deverá desprezar aquele que olhar atentamente para as manchas da parede, para os carvões sobre a grelha, para as nuvens, ou para a correnteza da água, descobrindo, assim, coisas maravilhosas. O gênio do pintor há de se apossar de todas essas coisas para criar composições diversas: luta de homens e de animais, paisagens, monstros, demônios e outras coisas fantásticas. Tudo, enfim, servirá para engrandecer o artista .




* A Pintura Renascentista *

O Nascimento de Venus_Sandro Botticelli
Têmpera sobre Tela

Uffizi .Florença.Itália
Aqui_Arte Digital Contemporânea



A definição de Pintura renascentista surge em Itália durante o século XV inserida, de um modo geral, no Renascimento. Esta pintura funda um espírito novo, forjado de ideais novos e em novas forças criadoras. Desenvolve-se nas cidades italianas de Roma,Nápoles, Mântua, Ferrara, Urbino e, sobretudo, em Florença e Veneza (principais centros que possuíam, entre os séculos XV e XVI, condições económicas, políticas, sociais e culturais propícias ao desenvolvimento das artes como a pintura).
Não se pode dizer, no entanto, que seja um estilo na verdadeira acepção do termo, mas antes uma arte variada definida pelas individualidades que lhe transmitiram características estilísticas, técnicas e estéticas distintas.
As raízes baseiam-se na Antiguidade Clássica (tomadas a partir da cultura e mitologia grega e romana, e dos vestígios quer arquitectónicos quer escultóricos existentes na península itálica) e na Idade Média (captadas em sentido evolutivo e sobretudo da obra de Giotto que teve na sua arte do século XIII, o pronúncio dos princípios orientadores da pintura do Renascimento).

Wednesday, November 07, 2007

* Minhas Partituras De Vida *




MINHAS PARTITURAS
MINHA VIDA FRAGMENTADA EM NOTAS E PAUSAS...
MINHAS SAUDADES DESMENBRADAS EM SEMIBREVES , MÍNIMAS E SEMÍNIMAS ...
TONS FORTES ,TONS SUAVES ...
SOPRANOS , TENORES E CONTRALTOS ...
MINHAS CLAVES DE LUA CHEIA ...
MINHAS SONATAS E SERENATAS ...
MINHAS SUAVES E DOCES SINFONIAS ...
MINHAS PAUSAS NECESSÁRIAS ...
MINHAS ALEGORIAS ...
MEU PASSADO E MINHAS FOLIAS ...
PARTIRAM , SÓ RETORNARÃO NO OUTRO CARNAVAL !
MINHAS FUSAS E SEMIFUSAS VONTADES DE COMPOR ...
NOVAS CANÇÕES CONFUSAS E OBTUSAS ...
O OCASO DO AMOR !
NOVAS E DELICIOSAS SERENATAS ...
NOVAS SONATAS EM CLAVE DE SAUDADE !

SANDRA WAIHRICH TATIT

* A Natureza Está Em Nós , Somos Partes Da Sinfonia Universal , Deus é o Grande Maestro Regente da Partitura Da Vida *


* Oração Por Mim Mesma *



Que eu me permita olhar e escutar e sonhar mais . Falar menos . Chorar menos ... Ver nos olhos de quem me vê a admiração que eles me têm . Escutar com meus ouvidos atentos e minha boca estática , as palavras que se fazem gestos e os gestos que se fazem palavras . Permitir sempre escutar aquilo que eu não tenho me permitido escutar . Saber realizar os sonhos que nascem em mim e comigo morrem por eu não os saber sonhos ... Então , que eu possa viver os sonhos possíveis e os impossíveis ; aqueles que morrem e ressuscitam a cada novo fruto ... a cada nova flor ... a cada novo calor ... a cada nova geada! a cada novo dia ! Que eu possa sonhar o ar ... sonhar o mar ... sonhar o amar , sonhar o amalgamar ! que eu me permita o silêncio das formas , dos movimentos , do impossível , da imensidão de toda a profundeza ... que eu possa substituir as minhas palavras ... pelo toque , pelo sentir , pelo compreender , pelo segredo das coisas mais raras ... Que eu saiba observar a exuberância das pequenas manifestações da vida ... Que eu saiba reproduzir na alma a imagem que entra pelos meus olhos , fazendo-me parte suprema da natureza , criando-me e recriando-me a cada instante . Que eu possa chorar menos de tristezas e mais de contentamentos . Que meu choro não seja em vão e , em vão não sejam minhas dúvidas ! Que eu saiba perder meus caminhos mas saiba recuperar meus destinos com dignidade . Que eu não tenha medo de nada , principalmente de mim mesma : - Que eu não tenha medo de meus medos ! Que eu adomeça toda vez que for derramar lágrimas inúteis , e desperte com o coração cheio de esperanças . Que eu faça de mim uma mulher serena dentro de minha própria turbulência . Sábio , dentro dos meus limites pequenos e inexatos , humilde , diante das minhas grandezas tolas e ingênuas . Que eu mostre o quanto são pequenas minhas grandezas e o quanto é valiosa minha pequenez . Que eu me permita ser mãe , ser pai , e se for preciso , ser órfão . Permita-me eu ensinar o que sei e aprender o muito que não sei , traduzir o que os mestres ensinaram e compreender a alegria com que os simples traduzem suas experiências ; Respeitar , incondicionalmente o ser ; o ser por si só , por mais que possa ter além de sua essência , auxiliar a solidão de quem chegou , render-me ao motivo de quem partiu e aceitar a saudade de quem ficou . Que eu possa amar e ser amada . Que eu possa amar mesmo sem ser amada ! fazer gentilezas quando recebo carinhos ; fazer carinhos mesmo quando não recebo gentilezas . Que jamais eu fique só , mesmo quando eu me queira só.




Amém






* Recebi esta oração por e-mail , gostei muito e , agradeço a dádiva de tê-la recebido em tão boa hora .


( Consta autoria de , Oswaldo Antônio Begiato . Tinha como fundo , uma linda música de Richard Clyderman , " Coeurs D'or " )




* Sonhar bem alto é quase um passo para levantar vôo *

Tuesday, November 06, 2007

* BANDOLINS *__ Oswaldo Montenegro

* A LISTA * __ Oswaldo Montenegro


BIOGRAFIA

Oswaldo Montenegro: um errante com caminho fadado ao sucesso.

Cantor, compositor, escritor, descobridor de novos talentos, poeta, diretor de peças, produtor... O dom de Oswaldo Viveiros Montenegro é latente, pujante. Nascido em 15 de março de 1956, no Grajaú, Rio de Janeiro, Oswaldo passou sua infância lendo Júlio Verne e Monteiro Lobato. Aos sete anos mudou-se com a família para São João Del Rey e cresceu mais um pouquinho acompanhando os seresteiros da cidade. Em 1964 já estudava violão e escreveu sua primeira música, Lenheiro, nome do rio que corta a cidade.

Aos 13 anos, o serelepe menino está de volta ao Rio de Janeiro, onde venceu seu primeiro festival com a Canção Pra Ninar Irmã Pequena, música que mais tarde gravaria na trilha de vídeo O Vale Encantado.

A família itinerante desta vez muda-se para Brasília. A cidade logo toma conta do coração de Oswaldo, que mais tarde recebe o título de cidadão honorário. Nesta época, já com quatorze anos, Oswaldo conhece o maestro Otávio Maul. Dessa convivência, surge a paixão pela música erudita e o artista embrenha-se pelo mundo dos concertos e obras musicais.

Em 1972, com a música Automóvel, Oswaldo classifica-se no primeiro festival de vulto nacional, o Festival Internacional da Canção, da Rede Globo. Dois anos depois, já escrevia sua primeira peça musical, João sem nome, encenada em 1975, no Teatro Martins Pena, de Brasília. Sem Mandamentos é o seu primeiro CD a levar o selo de uma grande gravadora, a Som Livre.

Trilhas, disco lançado em 1977, é gravado independente e conta com a produção do amigo Frank Justo Acker. No ano seguinte, foi convidado a gravar pela WEA Poeta Maldito, Moleque Vadio. Deste trabalho a canção mais lembrada é Sem Puder Sem Medo, mas a favorita de Oswaldo é Quem Havia de Dizer.

Em 1979, correndo o risco de ser dispensado da gravadora pela fraca vendagem de seu último CD, Oswaldo estoura no festival da extinta TV Tupi, com a música Bandolins. No ano seguinte, ganha o primeiro lugar no festivak da Globo MPB-80 com Agonia. A partir daí, faz excursões nacionais, toca em grandes teatros, entra na mídia. O patamar de Oswaldo muda. Ainda em 80, lança Oswaldo Montenegro, alcançando seu primeiro disco de ouro. Neste disco, tem a música Por Brilho, que foi composta com sua ex-companheira e agora amiga de todas as horas Madalena, a Madá.

Na reta oposta
Com Asa de Luz, Oswaldo conquista o sucesso total, torna-se conhecido do grande público. Ao contrário da maioria, o artista abandona tudo e volta para Brasília, onde monta mais um espetáculo musical, o Veja Você, Brasília. No elenco estavam as até então desconhecidas Cássia Eller e Zélia Duncan.

Ao mesmo tempo em que não aceitava o anonimato, Oswaldo rejeita o sucesso. Sua crise durou muito tempo e até o levou a passar quatro meses em uma aldeia de pescadores, em Saquarema, Brasília. O rompimento com a gravadora foi amigável, mas necessária para ambas as partes.

Em 1982, Oswaldo passou a viajar com seus espetáculos teatrais por todo o país. Cada novo trabalho no palco, era acompanhado de um disco com o mesmo tema de suas peças, entre eles Cristal e Dança dos Signos. Na peça Léo e Bia, Oswaldo contou com as estreantes Isabela Garcia e Teresa Seiblitz no elenco.

De volta aos festivais, o artista traz a música O Condor, em que cantou com um coro de 25 negros. Nesta época, Oswaldo lança o Drops de Hortelã com a participação de Glória Pires.

De suas andanças pelo Brasil, de seu gosto pela conversa fiada, da descoberta de novas pessoas, novos pensamentos, Oswaldo conheceu Milton Guedes, um saxofonista de Brasília brilhante, que largou tudo durante a madrugada e seguiu de dia com Oswaldo para o Rio de Janeiro.

Em 1987, nasce o disco Aldeia dos Ventos. O trabalho rendeu prazer ao artista, que conseguiu separar o cantor do compositor. "Cantei apenas uma música. Cantaram Zizi Possi, Ney Matogrosso, Gonzaguinha, Lucinha Lins, José Alexandre, Glória Pires, entre outros."

Lua e Flor, do CD Oswaldo Montenegro Ao Vivo, de 1989, tornou-se canção-tema do personagem principal da novela O Salvador da Pátria, da Rede Globo. O disco também tornou-se o mais vendido de sua carreira.

Vida de Artista (1991), Mulungo (1992) e em Seu Francisco (1993), um disco só com músicas de Chico Buarque de Holanda. Em 1994, Oswaldo lança seu primeiro livro, O Vale Encantado. Neste mesmo ano fez sua primeira excursão fora do Brasil, fazendo shows por muitas cidades do Estados Unidos.

Em 95, lança o CD Aos Filhos dos Hippies, que conta com a participação de Carlos Vereza e Geraldo Azevedo. Inovando sempre, no final de 96, realizou em Curitiba, BH, Juiz de Fora e Brasília um espetáculo diferente: convidou um coral de cada uma dessas cidades para participar de seu espetáculo. Letras Brasileiras surgiu de um papo com Roberto Menescal enquanto esperavam um vôo.

Oswaldo já foi tema da Escola de Samba Mocidade Independente do Gama. Atualmente, o artista está fazendo shows com as músicas do CD Entre Uma Balada e Um Blues, de produção de Roberto Menescal. Dedica-se, também, à série Só Pra Colecionadores, de CDs independentes, de tiragem limitadíssima, vendidos apenas via internet.

Em mais de 20 anos de carreira e com tantas histórias para contar, fica difícil saber qual será a próxima idéia de Oswaldo Montenegro, mas fácil saber do que é movida sua vida. Com suas próprias palavras, a explicação:

"...Que a Arte me aponte uma resposta mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar pois é preciso simplicidade para fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia, a outra metade é canção
Que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor e a outra metade também ."

* EDITH PIAF * __ L'hymne A L'amour





Biografia Édith Piaf is one of France’s most beloved singers and ‘Je N’en Connais Pas Le Fin’ (also known as My Lost Melody) my favourite song of hers. It’s certainly not her most famous song, but everytime I hear it I am instantly taken back to a world I used to know. Maybe it’s being far from home right now I don’t know, but lately when I listen to Piaf sing about the little square she knew when she was small I recall the comforts of my childhood when things were blissfully simple. This sense of simplicity also comes across in the playful carnivalesque sounds that fix the song in some bygone era. So while the song may be unmistakably “old,” Piaf’s voice is so full of emotion that the song becomes incredibly present and current. For me this song embodies what great music should be about: the ability to transport listeners across time, through emotions, and ultimately remain incredibly powerful 60 years later. Everytime I hear this song, I wish I was sitting on those swings listening to that merry go-round.

I came across this song through Jeff Buckley’s version about ten years ago. Buckely was a huge Piaf fan and often covered this song in concert - particularly when he toured France. Here is a live version of ‘Je N’en Connais Pas Le Fin’ from the Olympia in Paris, the venue that Piaf herself became famous for playing.






Nascida Edith Giovanna Gassion, apelidada Môme Piaf, eternizada como Edith Piaf.
Uma mulher de personalidade marcante, cujo talento incomparável atravessou décadas e será eternamente reverenciada pelos amantes da Arte, como uma das grandes vozes do século.

A história de Edith Piaf desafia a imaginação de um bom escritor. "De todas as cantoras autenticamente populares, Piaf é, talvez, aquela cuja existência e carreira foram copiosamente travestidas por uma infinidade de histórias mais ou menos confirmadas e de lendas mais ou menos verdadeiras." (1)


1. A infância




Edith Giovanna Gassion nasceu em 19 de dezembro de 1915. Conta a lenda que Anetta Giovanna Maillard, sua mãe, deu à luz sob um poste, na Rue de Belleville 72, 20º distrito de Paris, num bairro de classe média trabalhadora.


http://www.little-sparrow.co.uk/



Na foto ao lado, Rue Belleville 72 e a placa oferecida pelo prefeito Jacques Chirac.

"On the steps of this house on December 19, 1915, in direst poverty, was born Edith Piaf - whose voice would later captivate the world."

"Nos degraus desta casa, em 19 de dezembro de 1915, na mais completa miséria, nasceu Edith Piaf, cuja voz mais tarde cativaria o mundo."







O mais provável é que ela tenha nascido em um hospital local, o Hospital Tenon, endereço que consta em sua certidão de nascimento oficial.

Sua infância foi pobre e solitária. Louis Alphonse Gassion, seu pai, ganhava a vida como acrobata de rua e raramente estava em casa.




A mãe, inteiramente absorvida pelo desejo de conquistar uma carreira como cantora, apresentava-se nos cabarés locais sob o pseudônimo de Line Marsa, deixando Edith aos cuidados da avó argelina, Aicha Kabyle.

Consta que esta, além de alimentar muito mal a menina, misturava vinho tinto a sua mamadeira.

Veio a Primeira Guerra Mundial e Alphonse foi convocado.

A mãe passou a ganhar a vida cantando nas esquinas e antes que a guerra acabasse, abandonou o lar para sempre.

Entregue a sua própria sorte, Edith vivia à solta, pelas ruas, com outras crianças da vizinhança.

Dois anos depois, o pai retornou da guerra e decidiu enviar Edith para a Normandia, nas proximidades de Bernay, onde a avó paterna, Mme. Louise, dirigia um bordel.

Ali, ela viveu dias melhores, mas, uma inflamação da córnea, chamada ceratite, tirou-lhe a visão. Feito o diagnóstico, os médicos recomendaram alimentação sadia, higiene, descanso para os olhos e muita paciência, já que a cura esperada seria sobretudo obra do tempo.



Isto aconteceu anos depois, de forma espontânea, mas, as pensionistas de Mme. Louise acreditavam que fora um milagre, operado por Santa Teresa de Lisieux.

Na casa da avó paterna, Edith alimentava-se bem, ia à escola, mas, também começava a compreender o que via e ouvia. Aconselhada pelo cura local, Mme. convenceu Alphonse a retomar a guarda da filha.

Em 1922, Edith e o pai deixaram a Normandia.

De volta a Paris, ela acompanhava o pai em seus espetáculos de rua, recolhendo as moedas que lhes ofereciam ao final de cada apresentação. Juntos, percorreram o país, durante anos. Foi um período triste e miserável, onde a menina se viu privada das atividades mais comuns da sua idade.

As agruras de uma vida incerta, a pobreza e a solidão marcaram sua vida para sempre.







2. A adolescência



Aos 15 anos, consciente de sua bela voz, ela abandonou as apresentações com o pai e passou a cantar em dupla com sua amiga Simone Berteaut, apelidada Momone.

Esperta e sagaz, Momone iniciou Edith nos usos e costumes da vida noturna da Paris marginal. A aparência de Edith era péssima, mas, a voz poderosa despertava a atenção. Cantava pelas ruas, em troca de algumas moedas que lhe atiravam das janelas e assim ia levando a vida...

Corria o ano de 1932.

Edith tinha 17 anos e se apaixonou por Louis Dupont, conhecido em Belleville como P’tit Louis (Luizinho). Ele instalou Edith e Momone em um quartinho de hotel, mas, não era fácil sobreviver. O dinheiro, sempre curto, mal dava para pagar o aquecimento.

Em fevereiro de 1933, Edith deu à luz a Marcelle, apelidada de Cécelle.

"Tudo indica que ela, mesmo reservadamente, jamais disse como vivenciou esta gravidez. Contudo, não imaginemos exagerados dramas íntimos. O mundo de onde veio e aquele em que buscou encontrar-se não podem se dar ao luxo de grandes estados de espírito" (2)

Edith e Louis se separam – ele levou a filha e ela ficou com Momone.

Em 1935, "numa noite em que nos dava vontade de acabar com a vida" (segundo Momone) P’tit Louis reapareceu; trazia uma triste notícia: a menina estava gravemente enferma - meningite.

Edith correu ao hospital, mas, a criança morreu. Tinha 2 anos e cinco meses de idade e sua mãe, apenas 19 anos e meio.

Dizem que Edith se prostituiu para conseguir dinheiro para o funeral da filha e que o cliente, sensibilizado com o fato, pagou e nada exigiu em troca. Mas, a menina foi enterrada no cemitério dos pobres, em Thias, subúrbio a leste de Paris. Os recursos do pai e da mãe permitiram apenas um funeral de indigente.

Após a morte de Cécelle, Edith voltou a cantar nas ruas, nas praças e cafés próximos a Belleville, e aos poucos, nas áreas de cabarés em torno de Pigalle.


Numa tarde de outono, do mesmo ano, ela cantava na esquina da rue Troyon com av. Mac Mahon, próximo à Place de l’Étoile. Fazia frio e ventava.

Por acaso, passou por ali Louis Leplée, diretor do elegante Cabaré Le Gerny’s, situado na rue Pierre Charron, 54, em Champs Elysées.

Leplée era sobrinho de Polin, um cantor de sucesso, e tinha prestígio na noite parisiense. Impressionado com a voz de Edith, ele lhe ofereceu um teste como cantora.

No dia do teste, nervosa e hesitante, ela se atrasou por uma hora, mas, acabou por conquistar inteiramente Luis Leplée, que a contratou por 40 francos por noite.



3. "La Môme Piaf"



4. Edith Piaf - sucesso e amor



5. Edith Piaf - amores e tragédias



6. Edith Piaf - o fim




(1) (2) "Piaf Biografia" - Pierre Duclos e Georges Marin – Ed. Civilização Brasileira .