
Dilermando reis, natural de Guaratinguetá, São Paulo, trabalhava no mesmo gênero de
Garoto (talvez não com o mesmo gênio inovador, mas com o mérito de popularizar o
violão no país, inclusive nas mais altas camadas da sociedade).
Iniciou seus estudos com o pai, o violonista Chico Reis. Aos quinze anos conhece o
exímio concertista cego Levino da Conceição com quem, formando dupla, viaja por
todo o país.
O repertório para violão nessa época era reduzido, uma vez que o público preferia
cantores e canções vocais. Mesmo assim Dilermando conseguiu impor-se.
Dilermando tocava violão popular instrumental e lutou muito para elevá-lo à condição
de solista. Consagrado como intérprete, como compositor, e como um dos maiores
violonistas de todos os tempos, a crítica assinalava em Dilermando Reis... a fina
sensibilidade interpretativa, chamando atenção para o som cheio e bem timbrado de
seu violão que nunca se confundiu com nenhum outro.(1987, Jornal Valeparaibano)
Gravou seu primeiro disco em 1941, pela Columbia, incluindo no repertório a valsa
"Noite da Lua" e o choro "Magoado", ambas de sua autoria.
Em 1953 excursionou pelos Estados Unidos, apresentando-se na CBS de Nova York. Nos
anos 50 e 60 gravou vários discos pela Continental (como solista e com diversas
composições próprias), e editou músicas para o violão.
Quando morreu, um jornal local publicou que Guaratinguetá e todo o Brasil perderam
um dos maiores expoentes da arte musical violonística (embora ele tivesse nos seus
últimos anos de vida permanecido no Rio de Janeiro, onde viveu a apoteose de ver
seus sonhos realizados, e onde veio a falecer, aos 61 anos, vítima de um colapso
cardíaco). Dilermando foi sepultado em sua terra natal.
Deixou 10 discos em 78 rpm, vinte LPs e um álbum de sete volumes "Uma Voz e um
Violão em Serenata", com o cantor Francisco Petrônio.
Dentre os alunos que continuaram a sua escola levantamos o nome de Bola Sete e
Darci Villaverde. O então presidente Juscelino Kubitscheck, de quem ele era amigo
pessoal, desfrutou das aulas deste mestre, e foi em razão dessa amizade que
Dilermando compôs a primeira música em homenagem à nova capital do país, Brasília,
fato do qual muito se orgulhava:
...ajudei a construir com minhas próprias mãos
o catetinho. Meu violão foi o primeiro a ser ouvido
nos céus na nova capital, e fiz também a primeira
música em homenagem à cidade que nascia.
Garoto (talvez não com o mesmo gênio inovador, mas com o mérito de popularizar o
violão no país, inclusive nas mais altas camadas da sociedade).
Iniciou seus estudos com o pai, o violonista Chico Reis. Aos quinze anos conhece o
exímio concertista cego Levino da Conceição com quem, formando dupla, viaja por
todo o país.
O repertório para violão nessa época era reduzido, uma vez que o público preferia
cantores e canções vocais. Mesmo assim Dilermando conseguiu impor-se.
Dilermando tocava violão popular instrumental e lutou muito para elevá-lo à condição
de solista. Consagrado como intérprete, como compositor, e como um dos maiores
violonistas de todos os tempos, a crítica assinalava em Dilermando Reis... a fina
sensibilidade interpretativa, chamando atenção para o som cheio e bem timbrado de
seu violão que nunca se confundiu com nenhum outro.(1987, Jornal Valeparaibano)
Gravou seu primeiro disco em 1941, pela Columbia, incluindo no repertório a valsa
"Noite da Lua" e o choro "Magoado", ambas de sua autoria.
Em 1953 excursionou pelos Estados Unidos, apresentando-se na CBS de Nova York. Nos
anos 50 e 60 gravou vários discos pela Continental (como solista e com diversas
composições próprias), e editou músicas para o violão.
Quando morreu, um jornal local publicou que Guaratinguetá e todo o Brasil perderam
um dos maiores expoentes da arte musical violonística (embora ele tivesse nos seus
últimos anos de vida permanecido no Rio de Janeiro, onde viveu a apoteose de ver
seus sonhos realizados, e onde veio a falecer, aos 61 anos, vítima de um colapso
cardíaco). Dilermando foi sepultado em sua terra natal.
Deixou 10 discos em 78 rpm, vinte LPs e um álbum de sete volumes "Uma Voz e um
Violão em Serenata", com o cantor Francisco Petrônio.
Dentre os alunos que continuaram a sua escola levantamos o nome de Bola Sete e
Darci Villaverde. O então presidente Juscelino Kubitscheck, de quem ele era amigo
pessoal, desfrutou das aulas deste mestre, e foi em razão dessa amizade que
Dilermando compôs a primeira música em homenagem à nova capital do país, Brasília,
fato do qual muito se orgulhava:
...ajudei a construir com minhas próprias mãos
o catetinho. Meu violão foi o primeiro a ser ouvido
nos céus na nova capital, e fiz também a primeira
música em homenagem à cidade que nascia.

22/9/1916 2/1/1977
Biografia(II)
Violonista e compositor, foi um dos instrumentistas mais célebres de sua época, tendo sido professor do presidente Juscelino Kubitschek. Começou a carreira nos anos 30, quando mudou-se de Guaratinguetá para o Rio de Janeiro e passou a dar aulas de violão nas tradicionais lojas de música da cidade. Foi levado por um conhecido para a Rádio Clube do Brasil e depois transferiu-se para a Rádio Nacional, onde permaneceu até 1969. Gravou diversos discos de sucesso, incluindo faixas como o bolero "Penumbra", a valsa "Alma Nortista" e "Calanguinho". Excursionou pelo exterior e teve muitos discípulos.
Fonte de Pesquisa: Internet
* A música de fundo de hoje , "Abismo de Rosas" , interpreta no violão , "Dilermando Reis".
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