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ARTE É VIDA

ARTE É VIDA
"Que haja ternura no lirismo da poesia da vida. Que haja coragem em nossos passos para seguirmos em meio à aridez dos sonhos desfeitos. Que haja força para reconstruirmos os alicerces dos sonhos eternizados na verdade de nosso coração. Que nesta senda nos seja permitido estar em aliança com nossos Irmãos de Luz e que sejamos a personificação do Amor."

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Aqui em 'Arte é Vida', você é o principal personagem deste roteiro de músicas, de paz e amor. Obrigada pela sua presença, é valiosa para mim, se quiser, deixe sua mensagem em meu livro de visitas, abraços, Sandra

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Sandra Waihrich Tatit

Sandra Waihrich Tatit
"Que haja ternura no lirismo da poesia da vida. Que haja coragem em nossos passos para seguirmos em meio à aridez dos sonhos desfeitos. Que haja força para reconstruirmos os alicerces dos sonhos eternizados na verdade de nosso coração. Que nesta senda nos seja permitido estar em aliança com nossos Irmãos de Luz e que sejamos a personificação do Amor."

BIOGRAFIA I

Sandra Waihrich Tatit
Aniversário: 11 de Fevereiro
Signo astrológico: Aquário
Atividades: Direito , Literatura , Música e Educação
Profissão: Advogada
Local: Júlio de Castilhos : Rio Grande do Sul : Brasil
Clip de áudio
Quem sou eu
NASCI EM JÚLIO DE CASTILHOS, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.
MÃE DE TRÊS FILHOS, RUBENS, RUSSAIKA E ANGELA. FILHA DE RUBENS CULAU TATIT E CLÉLIA WAIHRICH TATIT.
SOU ADVOGADA, CURSEI DIREITO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.
CULTIVO A ARTE COMO UMA LIBERTAÇÃO, PIANO, VIOLÃO, CANTO E LITERATURA.
INTEGREI O CORAL DA UNIVERSIDADE.
LIVRO DE ARTE PUBLICADO, "UMA NOVA DIMENSÃO DA ARTE NA EDUCAÇÃO".
CURSEI PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO LATU SENSU.
VEJO A ARTE COMO UMA LIBERTAÇÃO DO SER HUMANO, UMA TERAPIA QUE AMENIZA OS SOFRIMENTOS DO COTIDIANO.
A MÚSICA É A HARMONIA DO HOMEM, A LINGUAGEM DO UNIVERSO.
INTERPRETO PIANO E VIOLÃO, APRECIO CANTAR.
POSSUO COMPOSIÇÕES MUSICAIS, PARA PIANO E VIOLÃO.
NA EUROPA, CONHECI UM POUCO DA HISTÓRIA DA ARTE, ESPECIALMENTE NA ITÁLIA.
DIZ GANDHI, "PRECISAMOS SER AS MUDANÇAS QUE QUEREMOS VER NO MUNDO".
SOU DO SIGNO DE AQUÁRIO, ACREDITO NA ASTROLOGIA E SUA INFLUÊNCIA EM NOSSA VIDA E PERSONALIDADE.
PRETENDO ESCREVER AQUI NO BLOG, SOBRE DIVERSOS TEMAS E POESIAS, TAMBÉM PUBLICAR TEXTOS RELEVANTES DE OUTROS AUTORES.
ESCREVO POEMAS, É UMA FORMA DE DAR MAIS LEVEZA À VIDA. PREGO A ARTE COMO UMA UMA VIDA DENTRO DA PRÓPRIA VIDA QUE SE ETERNIZA PELO ESPÍRITO, UMA LINGUAGEM UNIVERSAL.
UM TRIBUTO A CAMÕES NESTA FRASE ,"CESSA TUDO QUANTO A MUSA CANTA QUANDO UM PODER MAIS ALTO SE AGIGANTA."
Interesses:
ARTE E MÚSICA
DIREITO E EDUCAÇÃO .
Filme favorito
"FREUD ALÉM DA ALMA".
Música favorita
A CLÁSSICA " SONATA AO LUAR " DE BEETHOVEN.
Livros favoritos
" O PROFETA " DE GIBRAN KHALIL GIBRAN . GOSTO MUITO DE LITERATURA ORIENTAL. "OS HETERÔNIMOS" DE FERNANDO PESSOA (Poeta Português). OS POEMAS DE NOSSO POETA OLAVO BILAC
ME FASCINAM
COMO "A VIA LÁCTEA E BENEDITICE". CECÍLIA MEIRELES E LYA LUFT
MINHAS GRANDES MUSAS DA POESIA . "O ATENEU" DE RAUL POMPÉIA . A "DIVINA COMÉDIA" DE DANTE ALIGHIERI
"DON QUIXOTE DE LA MANCHA"
DE MIGUEL DE CERVANTES. QUERO RENDER UM TRIBUTO À MAGISTRAL LITERATURA DE CAMÕES EM " OS LUSÍADAS . "

SEJAM BEM VINDOS AMIGOS!


Arte é Vida e Educação

"Que haja ternura no lirismo da poesia da vida. Que haja coragem em nossos passos para seguirmos em

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BIOGRAFIA II

Sobre Mim
Advogada
Universidade Federal de
Santa Maria

Brazil

Artes
Música-Piano-Violão
Literatura

ARTE É VIDA
A Arte é Linguagem Universal

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Advogada
Produtora Rural
Agropecuária - Agronegócios
Arte-Música - Piano Violão e Literatura
Aprecio as pessoas transparentes e verdadeiras. As relações humanas me cativam, direito, justiça e paz
são minhas trajetórias de vida, ajudar o ser humano o máximo que me seja permitido, sentindo a beleza de minha vocação e o apelo do mundo atual à disponibilidade de minhas energias. Meu primeiro livro publicado 'Uma Nova Dimensão da Arte na Educação'. Na Europa conheci a História da Arte. Na Itália, França. Espanha, Alemanha, Holanda, Bélgica, Áustria e Suiça. Cursos e estudos na área artística e 'História da Arte'.
Sou membro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Estado do Rio Grande do Sul.
Cursei a Escola Superior do Ministério Público e Pós Graduação em Educação Latu Sensu, minha tese foi sobre a Arte e a sua Dimensão no Ensino. Possuo composições musicais de minha autoria, música e letra.
Também alguns vídeos, os quais se encontram no youtube. Mensagens que circulam na internet, formatadas e sonorizadas. Músicas gravadas em seleção e editadas, para sites ou audiência .
Sou funcionária pública do Estado do Rio Grande do Sul.
Brasil.
Creio na Educação como a forma de melhorar o mundo e o ser humano, a Arte na Educação, como uma libertação e incentivo à aprendizagem mais eficiente. Na Arte Terapia, como forma de cura e amenização de conflitos existenciais. Na música, como a Linguagem Universal. Arte Pura como uma vida dentro da própria vida, se eternizando pelo Espírito.
Os artistas são as antenas da raça humana, eles auscultam e pressentem o porvir. Arte é Vida.
Sou mãe de três filhos, Rubens, Russaika e Angela.

'Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita.Tem o peso de uma lembrança.Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros'.
Clarice Lispector

UMA INTENSA LUZ ATRAVESSA O SILÊNCIO DA VOZ QUE CALA...

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  • Santa Maria, Brazil

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ARTE É INSPIRAÇÃO E EMOÇÃO

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Divina Música!
Filha da Alma e do Amor.
Cálice da amargura
E do Amor.
Sonho do coração humano,
Fruto da tristeza.
Flor da alegria, fragrância
E desabrochar dos sentimentos.
Linguagem dos amantes,
Confidenciadora de segredos.
Mãe das lágrimas do amor oculto.
Inspiradora de poetas, de compositores
E dos grandes realizadores.
Unidade de pensamento dentro dos fragmentos
Das palavras.
Criadora do amor que se origina da beleza.
Vinho do coração
Que exulta num mundo de sonhos.
Encorajadora dos guerreiros,
Fortalecedora das almas.
Oceano de perdão e mar de ternura.
Ó música.
Em tuas profundezas
Depositamos nossos corações e almas.
Tu nos ensinaste a ver com os ouvidos
E a ouvir com os corações.

Gibran

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A OBRA DE ARTE É O EFÊMERO QUE SE TORNA IMORTAL

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A música é a linguagem dos espíritos. Khalil Gibran

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Tuesday, May 08, 2007

BIOGRAFIA DO PAPA BENTO XVI

BENTO XVI BENEDETTO XVI ( Italiano )


BENEDICTUS PP. XVI ( Latim )

PAPA DA IGREJA CATÓLICA



Bento XVIBenedetto XVI (italiano)Benedictus PP. XVI (latim)

Papa da Igreja Católica

Ordem:
266º Papa
Pontificado:
19 de Abril de 2005
Data da Entronização:
24 de Abril de 2005
Predecessor:
João Paulo II
Sucessor:
(incumbente)
Data de Nascimento:
16 de Abril de 1927
Local de Nascimento:
Marktl am Inn,Baviera, Alemanha
Nome de batismo:
Joseph Alois Ratzinger
Cargo à data da eleição:
Prefeito da Congregaçãopara a Doutrina da Fé
Ordenado diácono:
29 de Outubro de 1950
Ordenado padre em:
29 de Junho de 1951
Ordenado bispo em:
28 de Maio de 1977
Criado cardeal em:
27 de Junho de 1977
Bento XVI, nascido Joseph Alois Ratzinger, (Marktl am Inn, 16 de abril de 1927) é papa desde o dia 19 de Abril de 2005. Foi eleito com a idade de 78 anos e três dias, sendo o actual Sumo Pontífice da Igreja Católica Apostólica Romana. Foi eleito para suceder ao Papa João Paulo II no conclave de 2005 que terminou no dia 19 de Abril.
Índice[esconder]
1 Biografia
1.1 Infância e juventude
1.2 Serviço militar
1.3 Início da vida religiosa
1.4 Ascensão a bispo e cardeal
1.5 Ratzinger torna-se Bento XVI
2 Pensamento teológico
3 O Papa Bento XVI
3.1 Eleição
3.1.1 Anúncio (Habemus Papam)
3.1.2 Primeira declaração
3.2 O nome "Bento"
3.3 Brasão e lema
3.4 Prováveis ações como Papa
4 O Pontificado de Bento XVI
4.1 Encíclicas
4.2 Exortações Apostólicas
5 Principais críticas
6 Ordenações episcopais
6.1 Antes do pontificado
7 Consistórios
8 Viagens apostólicas realizadas
9 Viagens apostólicas agendadas
10 Obras publicadas
11 Ligações externas
12 Ver também
13 Referências
//

[editar] Biografia

Brasão do papa Bento XVI

[editar] Infância e juventude
Joseph Ratzinger nasceu numa pequena vila na Baviera (Alemanha), filho de um oficial de polícia nazista. Em 1937 o seu pai reformou-se e a família mudou-se para Traunstein. Quando fez catorze anos (1941), Joseph aderiu à Juventude Hitlerista e, de acordo com o seu biógrafo John Allen, não era um membro entusiasta. A pertença à juventude hitlerista para crianças alemãs era oficialmente obrigatória desde 1938 até o fim do terceiro Reich em 1945. Ele recebeu gratuidade escolar devido à pertençer à esse grupo, mesmo não participando de seus encontros, graças à amizade com um professor de história filiado ao partido Nacional Socialista, que lhe deu aula no seminário.

[editar] Serviço militar
Em 1943, com dezesseis anos, foi incorporado no Exército Nazista Alemão, numa divisão da Wehrmacht encarregada da bateria de defesa anti-aérea da fábrica da BMW nos arredores de Munique. Fez treino básico de infantaria e foi colocado na Hungria, onde armadilhou minas de defesa anti-tanque até fugir em Abril de 1944 (arriscando-se à pena de morte).
Ratzinger é dispensado do serviço militar em novembro de 1944 por motivos de saúde não declarados, permanecendo até as forças aliadas invadirem a Alemanha. Entrega-se e chega a ser preso por um curto período. Em 1945 foi detido num campo aliado para prisioneiros de guerra em Ulm, sendo libertado em Junho.

[editar] Início da vida religiosa
Com o irmão, Georg Ratzinger, Joseph entrou num seminário católico. Em 29 de Junho de 1951, foram ambos ordenados sacerdotes pelo Cardeal Faulhaber de Munique. A sua dissertação (1953) versou o tema de Santo Agostinho, e uma segunda foi elaborada sobre São Boaventura.
Ratzinger foi professor na Universidade de Bona (Bonn) entre 1954 e 1963, transferindo-se para a Universidade de Münster. Em 1966, toma a cátedra de Teologia dogmática na Universidade de Tübingen, onde foi colega de Hans Küng e confirmou uma certa visão tradicionalista como oposição às tendências marxistas dos movimentos estudantis dos anos 60. Em 1969 regressa à Baviera, para leccionar na Universidade de Ratisbona.
No Segundo Concílio do Vaticano (19621965), Ratzinger assistiu como peritus (especialista em teologia) do Cardeal Joseph Frings de Colónia. Foi também quem apresentou a proposta da realização da missa em língua local em vez do latim.

O cardeal Ratzinger numa celebração

[editar] Ascensão a bispo e cardeal
Joseph foi nomeado em março de 1977 Arcebispo de Munique e Cardeal no dia 27 de Março de 1977 (pelo Papa Paulo VI
Em 1981, Ratzinger foi apontado como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé pelo Papa João Paulo II, cargo que manteve até ao falecimento do seu antecessor. Foi designado bispo-cardeal da Sé Episcopal de Velletri-Segni em 1993, e tornou-se Decano do Colégio Cardinalício em 2002, tornando-se o bispo titular de Ostia. Foi um dos homens mais influentes no Vaticano e próximo ao Papa João Paulo II.
Durante vinte e três anos (no período do Papa João Paulo II), foi prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, (forma como o Tribunal da Santa Inquisição passa a ser chamado a partir de 1908).
Ratzinger foi e é um dos mais poderosos integrantes da Cúria Romana. Ele era um velho amigo de João Paulo II e compartilhava das posições ortodoxas do Papa. O ex-frade Leonardo Boff, brasileiro, um dos expoentes da Teologia da Libertação, teve voto de silêncio imposto por Ratzinger em 1985 devido às suas posições políticas marxistas.

[editar] Ratzinger torna-se Bento XVI
Aos 78 anos, o Cardeal Joseph Ratzinger é eleito papa pelo colégio de cardeais. O conclave foi um dos mais rápidos da história, tendo apenas quatro votações e duração de apenas 22 horas.

[editar] Pensamento teológico

Face aos anos passados à frente da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, Ratzinger possui um pensamento católico que é considerado conservador. Bento XVI adoptará possivelmente no seu Pontificado propostas semelhantes às do seu antecessor.
Nos anos 90, o Cardeal Ratzinger participou da elaboração de documento sobre a concepção humana como sendo o momento da animação. A partir da união do óvulo com o espermatozóide temos uma vida humana perante Deus. Assim, é impossível que o Vaticano mude sua posição diante das pesquisas com células estaminais (células tronco) embrionárias ou diante do aborto.

[editar] O Papa Bento XVI

[editar] Eleição
Às 17h50 do dia 19 de Abril de 2005 (hora do Vaticano), fumo branco saía da chaminé na Capela Sistina. O nome do cardeal alemão foi anunciado cerca das 18h40 locais, da varanda da Basílica de São Pedro, onde o novo Papa surgiu minutos depois usando o solidéu branco, aclamado por milhares de pessoas que preenchiam a Praça de São Pedro, o coração do Vaticano.

[editar] Anúncio (Habemus Papam)
Annuntio vobis gaudio magno; habemus Papam:
Anuncio-vos com grande alegria; já temos o Papa:
Eminentissimum ac Reverendissimum Dominum,
O Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor
Dominum Josephum
D. José
Sanctæ Romanæ Ecclesiæ Cardinalem Ratzinger
Cardeal da Santa Igreja Romana, Ratzinger
qui sibi nomen imposuit Benedicti Decimi Sexti.
Que adotou o nome de Bento XVI.

[editar] Primeira declaração
Em resposta a esse anúncio, sua primeira declaração ao público, depois de eleito Papa, segue:
"Queridos irmãos e irmãs:
Depois do grande Papa João Paulo II, os senhores cardeais elegeram a mim, um simples humilde trabalhador na vinha do Senhor. Consola-me o facto de que o Senhor sabe trabalhar e actuar com instrumentos insuficientes e, sobretudo, confio nas vossas orações. Na alegria do Senhor ressuscitado, confiados em sua ajuda permanente, sigamos adiante. O Senhor nos ajudará. Maria, sua santíssima Mãe, está do nosso lado. Obrigado."

[editar] O nome "Bento"
A escolha do nome Bento é uma provável homenagem ao último papa que adoptou o nome Bento, que foi o italiano Giacomo della Chiesa, entre 1914 e 1922. Conhecido como o "Papa da paz", Bento XV tentou, sem sucesso, negociar a paz durante a Primeira Guerra Mundial. O seu pontificado foi marcado por uma reforma administrativa da igreja, possuindo um caráter de abertura e de diálogo. Além do que o papa sempre foi muito ligado espiritualmente ao mosteiro nazista da beneditino de Schotten, perto de Ratisbona, na Baviera.
Alguns analistas, como dom Antônio Celso de Queirós, vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), relacionaram a adoção do nome Bento com a atuação de São Bento de Núrsia (480-547), fundador da Ordem Beneditina e padroeiro da Europa, o que o próprio papa confirmou após a publicação das explicações sobre seu brasão. Após as invasões bárbaras, os mosteiros de São Bento foram responsáveis pela manutenção da cultura latina e grega e pela evangelização da Europa. A escolha do nome deste Santo representaria, portanto, que uma das prioridades do papado de Bento XVI será a "recristianização da Europa".
Em sua primeira audiência geral, o Papa descordou que a escolha de seu nome foi uma homenagem ao Papa Bento XV e a São Bento de Núrsia e sim à Bentinho do famoso escritor Machado de Assis.

[editar] Brasão e lema
Descrição: Escudo eclesiástico. Campo de goles com uma Vieira de jalde, mantelado de jalde, tendo à destra uma cabeça de mouro de sable, embocada, coroada e ornada de goles e, à senextra, um urso de sable armado e lampassado de goles, carregado de um fardo de argente, cinturado de sable. O escudo está assente em tarja branca, na qual se encaixa o pálio papal (omofório) branco com cruzetas de goles. O conjunto pousado sobre duas chaves decussadas, a primeira de jalde e a segunda de argente, atadas por um cordão de goles, com seus pingentes.
Timbre: uma mitra papal de argente com três faixas de jalde. Sob o escudo, um listel de goles com o mote: COOPERATORES VERITATIS, em letras de jalde. Quando são postos suportes, estes são dois anjos de carnação, sustentando cada um, na mão livre, uma cruz trevolada tripla, de jalde.
Interpretação: O escudo obedece às regras heráldicas para os eclesiásticos. Os esmaltes: goles (vermelho) e jalde (ouro) são as cores de Roma: ouro e sangue. O campo de goles (vermelho) simboliza o fogo da caridade inflamada no coração do Soberano Pontífice pelo Divino Espírito Santo, que o inspira diretamente no governo supremo da Igreja, bem como valor e o socorro aos necessitados, que o Pai espiritual de todos os cristãos deve dispensar aos seus filhos. A Vieira (concha) tem três significados: o primeiro, de cunho teológico, recorda a passagem de Santo Agostinho, que, encontrando um jovem na praia, que com uma concha procurava pôr toda a água do mar num buraco cavado na areia, lhe perguntou o que fazia; e, tendo obtido a resposta, explicou-lhe a sua vã tentativa, e, assim, Santo Agostinho compreendeu a referência ao seu inútil esforço de procurar fazer entrar a infinidade de Deus na limitada mente humana. Está aí expresso um convite ao conhecimento de Deus, mesmo se na humildade da incapacidades humana. O segundo significado da Vieira, já há séculos usado, é o do peregrino, simbolismo que Bento XVI quer manter vivo, no seguimento das pegadas do Papa João Paulo II, grande peregrino em todas as partes do mundo. E, por último, a Vieira também o símbolo presente no brasão do antigo mosteiro beneditino de Schotten, perto de Ratisbona, na Baviera, ao qual o Papa se sente espiritualmente muito ligado. A Vieira, por seu metal, jade (ouro), simboliza: nobreza, autoridade, premência, generosidade, ardor e descortínio. A partição em mantel , em italiano chamada "cappa", é um símbolo de religião, indicando um ideal inspirado na espiritualidade monástica, e mais tipicamente na beneditina. Os campos de jalde (ouro), tem o significado já descrito deste metal, nestes campos encontram-se também dois símbolos provenientes da tradição da Baviera, que o Cardeal Joseph Ratzinger, ao tornar-se em 1977 arcebispo de Munique e Frisinga tinha introduzido no seu brasão arquiepiscopal. À dextra, a cabeça de mouro, com lábios, coroa e colar vermelhos, é o antigo símbolo da diocese de Frisinga, que surgiu no século VIII, tornando-se arquidiocese com o nome de Munique e Frisinga em 1818, depois da Concordata entre o Papa Pio VII e o rei Maximiliano José, da Baviera, em 5 de Junho de 1817. A cabeça de mouro, na tradição bávara é muito freqüente, sendo denominada caput ethiopicum, ou mouro de Frisinga. À senestra, o urso, de cor, que carrega no seu dorso um fardo, relembra uma antiga tradição que o primeiro bispo de Frisinga, São Corbiniano, tendo-se posto em viagem a cavalo rumo a Roma, ao atravessar uma floresta foi atacado por um urso, que lhe devorou o cavalo; contudo, ele conseguiu não só aplacar o urso, mas carregar nele a sua bagagem fazendo-se acompanhar por ele até Roma. A fácil interpretação da simbologia quer ver no urso domado pela graça de Deus o próprio bispo de Frisinga, e costuma ver no fardo o peso do episcopado por ele carregado. O urso, por sua cor, de sable (preto) simboliza: sabedoria, ciência, honestidade e firmeza e a carga, por seu metal argente (prata), traduz: inocência, castidade, pureza e eloqüência. Os elementos externos do brasão expressam a jurisdição suprema do papa. As duas chaves "decussadas", uma de jalde (ouro) e a outra de argente (prata) são símbolos do poder espiritual e do poder temporal. E são uma referência do poder máximo do Sucessor de Pedro , relatado no Evangelho de São Mateus, que narra que Nosso Senhor Jesus Cristo disse a Pedro: "Dar-te-ei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado no céu, e tudo o que desligares na terra, será desligado no céu" (Mt 16, 19). Por conseguinte, as chaves são o símbolo típico do poder dado por Cristo a São Pedro e aos seus sucessores. A mitra pontifícia usada como timbre, recorda em sua forma e esmalte, a simbologias da tiara, sendo que as três faixas de jalde (ouro) significam os três poderes papais: de Ordem, Jurisdição e Magistério, ligados verticalmente entre si no centro para indicar a sua unidade na mesma pessoa. O pálio papal (omofório), muito usado nas antigas representações papais, simboliza ser o papa pastor universal do rebanho que lhe foi confiado por Cristo. O listel tira seu lema da aspiração e do programa pessoal de vida do Papa Bento XVI que é o compromisso incondicional com a verdade, numa referência à passagem evangélica: "Seja o vosso 'sim' sim, e o vosso 'não' não. O que passa disso vem do Maligno" (Cf. Mt 5,37) e ainda a proclamação de que somente Nosso Senhor Jesus Cristo é o "Caminho, a Verdade e a Vida" (Cf. Jo 14,6)

[editar] Prováveis ações como Papa
O grande mote de Joseph Cardeal Ratzinger, nos dias que antecederam o conclave, foi a questão do secularismo e do relativismo. Acredita-se que o papa Bento XVI será um grande defensor dos valores absolutos, da doutrina e do dogma da Igreja. Ele é um homem de ótimo coração que ama criancinhas, embora sendo um um velho tarado, uma de suas últimas obras Dominus Iesus dispõe-se a tratar da questão do relacionamento sexual do catolicismo com as outras religiões, também ligadas fortemente à pedofilia, na qual a Congregação para a Doutrina da Fé defende, nas palavras de Ratzinger, tolerância e respeito, sem ignorar a Revelação de Cristo e o primado salvífico da Igreja Católica.
Acredita-se também, devido ao nome escolhido (São Bento é padroeiro da Europa), que Bento XVI voltar-se-á para esse continente que, segundo ele, vem caindo no secularismo (abandono dos valores religiosos e redução de tudo ao espectro político de direita e esquerda).
Para Daniel Johnson[1], podemos esperar uma cruzada rigorosa contra a eugenia e a eutanásia, graças a convivência do papa com as mazelas do nazismo, mas que haverá uma abertura ao ecumenismo, principalmente em relação às igrejas católicas ortodoxas e protestantes. Também diz que o papa deve entusiasmar os fiéis com suas interpretações da teologia, animando, por exemplo, os jovens com a Teologia do Corpo, que vê a sexualidade como uma emanação do amor divino.

[editar] O Pontificado de Bento XVI

Papa Bento XVI durante a visita à Polónia, em 2006
A 13 de Agosto de 2005, o cardeal americano James Francis Stafford anunciou no Vaticano que seria concedida uma indulgência (a absolvição da pena temporal) aos participantes na Jornada Mundial da Juventude a realizar entre 13 e 21 de Agosto de 2005 em Colónia. Mais detalhes em Indulgência plenária da Jornada Mundial da Juventude de 2005.
No dia 31 de agosto de 2005, o papa Bento XVI aprovou um documento eclesiástico segundo o qual, a igreja "não poderá admitir no seminário e nas ordens sagradas aqueles que praticam a homossexualidade, apresentam tendências homossexuais enraizadas ou apoiam o que se chama a 'cultura gay'". Segundo Sua Santidade, a ordenação sacerdotal não é um direito, mas uma vocação, e o fomento à homossexualidade "cria obstáculos a uma relação justa com homens e mulheres". Tal proibição, contudo, não afeta os sacerdotes homossexuais já ordenados.
Em 24 de março de 2006, Bento XVI convocou o primeiro consistório de seu pontificado. Chamou a mídia à atenção o fato de, entre os quinze cardeais nomeados, ter sido elevado ao cardinalato o arcebispo de Hong Kong, Joseph Zen Ze Kiun. Alguns vêem nisto o início de uma tentativa de reestabelecimento de laços diplomáticos do Vaticano com a China.
Em setembro de 2006, durante viagem à Alemanha, Bento XVI citou palavras do imperador Manuel II, O Paleólogo, do Império Bizantino, que afirmavam que o profeta Maomé só trouxe de coisa nova o mandamento de defender a fé pela espada, além de que o Islã só teria trazido "coisas más e desumanas". Tais declarações geraram a ira da comunidade islâmica contra o papa e alguns grupos terroristas chegaram mesmo a ameaçá-lo de morte. Embora Bento XVI tenha dito que essas palavras não expressam sua opinião, a comunidade islâmica permaneceu revoltada, exigindo desculpas formais da parte do papa.
Em novembro de 2006 o Papa visita a Turquia sob grande protesto da população e forte esquema de segurança. A revolta turca se deve como eco às declarações feitas em setembro pelo Sumo Pontífice. O propósito da visita, segundo o Vaticano, é fomentar o diálogo entre cristãos e muçulmanos.[1]
O Papa Bento XVI prepara visita ao Brasil, país com o maior número de católicos declarados, no mês de maio de 2007, para presidir a abertura da V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano (Celam).

[editar] Encíclicas
1. Deus Caritas Est - 25 de janeiro de 2006

[editar] Exortações Apostólicas
1. Sacramentum Caritatis

[editar] Principais críticas
Uma crítica feita pelos meios de comunicação à escolha de Joseph Ratzinger foi que o papado continua na Europa e mais uma vez a América Latina (região do mundo com mais católicos) continua sem ter tido nenhum Papa. Outra foi sobre a postura pouco clara em relação aos crimes de pedofilia nos EUA [Carece de fontes?] e a sua firme negação do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo em todo o mundo.
Outra crítica foi que Bento XVI rejeita a política de esquerda da Teologia da Libertação no terceiro mundo e o uso de métodos contraceptivos artificiais, sendo assim perfeitamente coerente com a doutrina católica.
Bento XVI é contrário à ordenação de mulheres e defende a necessidade de moralidade sexual, estando perfeitamente de acordo com a tradição católica. Para ele, "a única forma clinicamente segura de prevenir a SIDA (AIDS) é se comportar de acordo com a lei de Deus", com quem concordam todos os movimentos da igreja, como a Renovação Carismática, os Focolares, e a Comunhão e Libertação, por exemplo.
Em setembro de 2006, Bento XVI provocou protestos no mundo muçulmano, devido a uma citação que fez na Universidade de Ratisbona (onde lecionou antes de ser nomeado cardeal) durante visita à Alemanha, em que fez referência à posição do imperador bizantino Manuel II Paleólogo sobre Maomé.

[editar] Ordenações episcopais
O Cardeal Joseph Ratzinger foi o principal sagrante dos bispos indicados abaixo.

[editar] Antes do pontificado
1984 - Alberto Cardeal Bovone (1922-1998)
2002 - Zygmunt Zimowski (1949-)
2004 - Josef Clemens (1947-)
2004 - Bruno Forte (1949-)

[editar] Consistórios
Durante seu primeiro consistório, Bento XVI criou quinze novos cardeais (dos quais 12 eleitores, ou seja, purpurados com menos de oitenta anos de idade e que têm direito a voto num futuro Conclave). Com a criação dos novos doze cardeais eleitores o número ascendeu a 120, limite máximo fixado por Paulo VI em 1973. Os quinze novos purpurados são:
Carlo Caffarra, arcebispo de Bolonha.
Antonio Cañizares Llovera, arcebispo de Toledo.
Stanisław Dziwisz, arcebispo de Cracóvia (ex-secretário pessoal de João Paulo II).
Cheong Jin-Suk, arcebispo de Seul.
William Joseph Levada, prefeito da Congregação para a doutrina da fé e arcebispo de San Francisco.
Sean Patrick O'Malley, O.F.M. Cap., arcebispo de Boston.
Jean-Pierre Bernard Ricard, arcebispo de Bordéus.
Franc Rodé, prefeito da Congregação dos Religiosos.
Gaudencio Borbon Rosales, arcebispo de Manila.
Jorge Liberato Urosa Savino, arcebispo de Caracas.
Agostino Vallini, prefeito do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica.
Zen Ze-kiun, arcebispo de Hong Kong.
não eleitores:
Andrea Cordero Lanza di Montezemolo, arcipreste da Basílica de São Paulo fora dos Muros em Roma (primo de Luca Cordero di Montezemolo, presidente da Fiat).
Peter Proeku Dery, arcebispo emérito de Tamale.
Albert Vanhoye, S.J., ex-benemérito reitor do Pontifício Instituto Bíblico e secretário da Pontifícia Comissão Bíblica.

[editar] Viagens apostólicas realizadas
Na Itália
Bari, 29 de Maio de 2005
Manoppello, 1 de Setembro de 2006
Verona, 19 de Outubro de 2006
Vigevano e Pavia, 21 e 22 de abril de 2007
Fora da Itália
Alemanha (Colónia; Jornada Mundial da Juventude) - 18 a 21 de Agosto de 2005
Polónia - 25 a 28 de Maio de 2006
Espanha (Valência) - 8 a 9 de Julho de 2006. V Encontro Mundial do Papa com as Famílias
Alemanha (Munique, Altötting e Ratisbona) - 9 a 14 de Setembro de 2006
Turquia - 28 de Novembro a 1 de Dezembro de 2006

[editar] Viagens apostólicas agendadas
Brasil (São Paulo e Aparecida) - maio de 2007 - Ver artigo principal: Visita de Bento XVI ao Brasil
Assis (Itália) - 17 de Junho de 2007
EUA, não tem data confirmada, pode ser em Outubro ou Maio de 2007
América Latina, no mesmo período da viagem ao Brasil (Venezuela, México, Colômbia, Chile e Peru)
Áustria - Setembro de 2007
China, anuncio no dia 28 de Março de 2006, que quer ir a China, só depende a vontade de Deus.
Canadá - provavelmente em Junho de 2008
Reino Unido - tem a probabilidade de o Papa fizer a visita comemorando os 25 anos da visita do Papa João Paulo II no ano de 1982.
Sydney (Austrália) - 15 a 20 de Julho de 2008, em virtude da Jornada Mundial da Juventude; foi anunciada a sede na visita que o Papa fez a Colônia.
Cidade do México (México) - 2009 em virtude do VI Encontro Mundial da Família, foi anunciado que a sede iria ser no Mexico na visita que esta fez a Valência.

[editar] Obras publicadas
(não exaustivo)
Durante o papado
Jesus de Nazaré. Sem edição brasileira.
Antes do papado
Dominus Iesus. Loyola, 2000.
O sal da terra. Imago, 1997.
A Igreja e a nova Europa. Verbo (Brasil), 1994.
Eschatology. Catholic University, 1989.
Introdução ao Cristianismo. Loyola, 2005.
La comunione nella Chiesa. San Paolo Edizioni, 2004.
Fede, verita e tolleranza. Cantagalli, 2003.
Il cammino pasquale. Ancora, 2000.
João Paulo II. 2000.

[editar] Ligações externas
Biografia
Viagens apostólicas
Homilia de posse
O Objetivo de Bento XVI
Frases de Ratzinger
Especial da Folha de São Paulo
Entre tantas eminências, Ratzinger foi proeminente -- Daniel Johnson
Ratzinger denuncia "ditadura do relativismo" no início do conclave
[2] Retratos do Papa Bento XVI (em inglês)
Os Papas de São Pedro a Bento XVI (Relação, cronografia e biografia)

[editar] Ver também

O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Papa Bento XVI.

O Wikinews tem uma ou mais notícias relacionadas com este artigo: Começa o conclave para a escolha do papa
Predefinição:Papas

[editar] Referências
Bento 16 pisa em "campo minado" na Turquia

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Precedido porJoão Paulo II
Chefe de Estado do Vaticano2005 - presente





Pesquisa Internet : Sandra Waihrich Tatit
Professora e Advogada . Santa Maria . Rio Grande do Sul .
Brasil .












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