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ARTE É VIDA

ARTE É VIDA
"Que haja ternura no lirismo da poesia da vida. Que haja coragem em nossos passos para seguirmos em meio à aridez dos sonhos desfeitos. Que haja força para reconstruirmos os alicerces dos sonhos eternizados na verdade de nosso coração. Que nesta senda nos seja permitido estar em aliança com nossos Irmãos de Luz e que sejamos a personificação do Amor."

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Aqui em 'Arte é Vida', você é o principal personagem deste roteiro de músicas, de paz e amor. Obrigada pela sua presença, é valiosa para mim, se quiser, deixe sua mensagem em meu livro de visitas, abraços, Sandra

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Sandra Waihrich Tatit

Sandra Waihrich Tatit
"Que haja ternura no lirismo da poesia da vida. Que haja coragem em nossos passos para seguirmos em meio à aridez dos sonhos desfeitos. Que haja força para reconstruirmos os alicerces dos sonhos eternizados na verdade de nosso coração. Que nesta senda nos seja permitido estar em aliança com nossos Irmãos de Luz e que sejamos a personificação do Amor."

BIOGRAFIA I

Sandra Waihrich Tatit
Aniversário: 11 de Fevereiro
Signo astrológico: Aquário
Atividades: Direito , Literatura , Música e Educação
Profissão: Advogada
Local: Júlio de Castilhos : Rio Grande do Sul : Brasil
Clip de áudio
Quem sou eu
NASCI EM JÚLIO DE CASTILHOS, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.
MÃE DE TRÊS FILHOS, RUBENS, RUSSAIKA E ANGELA. FILHA DE RUBENS CULAU TATIT E CLÉLIA WAIHRICH TATIT.
SOU ADVOGADA, CURSEI DIREITO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.
CULTIVO A ARTE COMO UMA LIBERTAÇÃO, PIANO, VIOLÃO, CANTO E LITERATURA.
INTEGREI O CORAL DA UNIVERSIDADE.
LIVRO DE ARTE PUBLICADO, "UMA NOVA DIMENSÃO DA ARTE NA EDUCAÇÃO".
CURSEI PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO LATU SENSU.
VEJO A ARTE COMO UMA LIBERTAÇÃO DO SER HUMANO, UMA TERAPIA QUE AMENIZA OS SOFRIMENTOS DO COTIDIANO.
A MÚSICA É A HARMONIA DO HOMEM, A LINGUAGEM DO UNIVERSO.
INTERPRETO PIANO E VIOLÃO, APRECIO CANTAR.
POSSUO COMPOSIÇÕES MUSICAIS, PARA PIANO E VIOLÃO.
NA EUROPA, CONHECI UM POUCO DA HISTÓRIA DA ARTE, ESPECIALMENTE NA ITÁLIA.
DIZ GANDHI, "PRECISAMOS SER AS MUDANÇAS QUE QUEREMOS VER NO MUNDO".
SOU DO SIGNO DE AQUÁRIO, ACREDITO NA ASTROLOGIA E SUA INFLUÊNCIA EM NOSSA VIDA E PERSONALIDADE.
PRETENDO ESCREVER AQUI NO BLOG, SOBRE DIVERSOS TEMAS E POESIAS, TAMBÉM PUBLICAR TEXTOS RELEVANTES DE OUTROS AUTORES.
ESCREVO POEMAS, É UMA FORMA DE DAR MAIS LEVEZA À VIDA. PREGO A ARTE COMO UMA UMA VIDA DENTRO DA PRÓPRIA VIDA QUE SE ETERNIZA PELO ESPÍRITO, UMA LINGUAGEM UNIVERSAL.
UM TRIBUTO A CAMÕES NESTA FRASE ,"CESSA TUDO QUANTO A MUSA CANTA QUANDO UM PODER MAIS ALTO SE AGIGANTA."
Interesses:
ARTE E MÚSICA
DIREITO E EDUCAÇÃO .
Filme favorito
"FREUD ALÉM DA ALMA".
Música favorita
A CLÁSSICA " SONATA AO LUAR " DE BEETHOVEN.
Livros favoritos
" O PROFETA " DE GIBRAN KHALIL GIBRAN . GOSTO MUITO DE LITERATURA ORIENTAL. "OS HETERÔNIMOS" DE FERNANDO PESSOA (Poeta Português). OS POEMAS DE NOSSO POETA OLAVO BILAC
ME FASCINAM
COMO "A VIA LÁCTEA E BENEDITICE". CECÍLIA MEIRELES E LYA LUFT
MINHAS GRANDES MUSAS DA POESIA . "O ATENEU" DE RAUL POMPÉIA . A "DIVINA COMÉDIA" DE DANTE ALIGHIERI
"DON QUIXOTE DE LA MANCHA"
DE MIGUEL DE CERVANTES. QUERO RENDER UM TRIBUTO À MAGISTRAL LITERATURA DE CAMÕES EM " OS LUSÍADAS . "

SEJAM BEM VINDOS AMIGOS!


Arte é Vida e Educação

"Que haja ternura no lirismo da poesia da vida. Que haja coragem em nossos passos para seguirmos em

"Que haja ternura no lirismo da poesia da vida. Que haja coragem em nossos passos para seguirmos em

BIOGRAFIA II

Sobre Mim
Advogada
Universidade Federal de
Santa Maria

Brazil

Artes
Música-Piano-Violão
Literatura

ARTE É VIDA
A Arte é Linguagem Universal

•*¨*•♫♪•♫♪•♥♫•*¨*•♫♪•♫♪•♥
•*¨*•♫♪•♫♪•♥♫•*¨*•

Advogada
Produtora Rural
Agropecuária - Agronegócios
Arte-Música - Piano Violão e Literatura
Aprecio as pessoas transparentes e verdadeiras. As relações humanas me cativam, direito, justiça e paz
são minhas trajetórias de vida, ajudar o ser humano o máximo que me seja permitido, sentindo a beleza de minha vocação e o apelo do mundo atual à disponibilidade de minhas energias. Meu primeiro livro publicado 'Uma Nova Dimensão da Arte na Educação'. Na Europa conheci a História da Arte. Na Itália, França. Espanha, Alemanha, Holanda, Bélgica, Áustria e Suiça. Cursos e estudos na área artística e 'História da Arte'.
Sou membro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Estado do Rio Grande do Sul.
Cursei a Escola Superior do Ministério Público e Pós Graduação em Educação Latu Sensu, minha tese foi sobre a Arte e a sua Dimensão no Ensino. Possuo composições musicais de minha autoria, música e letra.
Também alguns vídeos, os quais se encontram no youtube. Mensagens que circulam na internet, formatadas e sonorizadas. Músicas gravadas em seleção e editadas, para sites ou audiência .
Sou funcionária pública do Estado do Rio Grande do Sul.
Brasil.
Creio na Educação como a forma de melhorar o mundo e o ser humano, a Arte na Educação, como uma libertação e incentivo à aprendizagem mais eficiente. Na Arte Terapia, como forma de cura e amenização de conflitos existenciais. Na música, como a Linguagem Universal. Arte Pura como uma vida dentro da própria vida, se eternizando pelo Espírito.
Os artistas são as antenas da raça humana, eles auscultam e pressentem o porvir. Arte é Vida.
Sou mãe de três filhos, Rubens, Russaika e Angela.

'Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita.Tem o peso de uma lembrança.Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros'.
Clarice Lispector

UMA INTENSA LUZ ATRAVESSA O SILÊNCIO DA VOZ QUE CALA...

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ARTE É INSPIRAÇÃO E EMOÇÃO

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Divina Música!
Filha da Alma e do Amor.
Cálice da amargura
E do Amor.
Sonho do coração humano,
Fruto da tristeza.
Flor da alegria, fragrância
E desabrochar dos sentimentos.
Linguagem dos amantes,
Confidenciadora de segredos.
Mãe das lágrimas do amor oculto.
Inspiradora de poetas, de compositores
E dos grandes realizadores.
Unidade de pensamento dentro dos fragmentos
Das palavras.
Criadora do amor que se origina da beleza.
Vinho do coração
Que exulta num mundo de sonhos.
Encorajadora dos guerreiros,
Fortalecedora das almas.
Oceano de perdão e mar de ternura.
Ó música.
Em tuas profundezas
Depositamos nossos corações e almas.
Tu nos ensinaste a ver com os ouvidos
E a ouvir com os corações.

Gibran

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UMA INTENSA LUZ ATRAVESSA O SILÊNCIO DA VOZ QUE CALA

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A OBRA DE ARTE É O EFÊMERO QUE SE TORNA IMORTAL

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A música é a linguagem dos espíritos. Khalil Gibran

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Monday, January 25, 2010

JANELAS PARA A VIDA

Janelas Para a Vida

Por Pedro J. Bondaczuk


Os poetas dizem, do alto da sua sensibilidade, que “os olhos são as janelas da alma”. Embora pareça mero clichê, trata-se, no entanto, de feliz metáfora, de óbvia verdade da qual nem sempre nos conscientizamos. São estes instrumentos, sempre aos pares, que nos permitem conhecer o belo e o feio. São eles que informam o cérebro sobre as formas, as cores, as tonalidades, o tamanho, a profundidade etc.etc.etc. de tudo e de todos. São, pois, as mais úteis ferramentas do conhecimento. Alimentam o cérebro de informações, fornecem à razão a matéria-prima para a tomada da consciência do mundo e das decisões que nos garantam a sobrevivência e fomentam a geração de idéias. Não é nenhum exagero, pois, afirmar que os olhos são “janelas para a vida”.

Este preâmbulo vem a propósito de memorável sermão do Padre Antônio Vieira (como, ademais, todos os de sua lavra o são), que tenho, agora, à minha frente e sobre cujo conteúdo convido o paciente leitor a refletir comigo.

O incomparável pregador – e um dos maiores estilistas, se não o maior, da língua portuguesa – inicia a prédica em questão com as seguintes exclamações: “Notável criatura são os olhos! Admirável instrumento da Natureza; prodigioso artifício da Providência!”. Não se limita, porém, a louvar a utilidade desse nobre sentido. De imediato, aponta, não só suas vantagens, mas, também, os perigos a que ele nos expõe. Por que essa admiração, esclarecido leitor?

Creio que o pregador tira, a seguir, suas dúvidas (ou as aumenta, sei lá) ao acentuar: “Eles (os olhos) são a primeira origem da culpa; eles a primeira fonte da graça. São os olhos duas víboras, metidas em duas covas, e que a tentação pôs o veneno e a contrição a triaga”. Triaga, para que você entenda a metáfora, é uma espécie de xarope medicamentoso, muito utilizado nos tempos que Vieira viveu. Não ficou convencido ainda? Reproduzo mais um trecho do sermão: “São duas setas (os olhos) com que o Demônio se arma para nos ferir e perder; e são dois escudos com que Deus depois de feridos nos repara para nos salvar”.

Qual a razão do padre entender que os olhos são a primeira origem de culpa? Simples! Porque é através deles que nos sentimos tentados a fazer o que não devemos (como cobiçar uma bela mulher que não possamos, por razões morais, conquistar, por exemplo. Ou a desejar tomar posse, indevidamente, do que nos agrade, mas não nos pertença. Ou a cometer tantas e tantas outras violações da moral). Os olhos, o leitor há de convir, são a principal porta de entrada de todas as tentações que nos vão na alma.

São, porém, igualmente, fontes primitivas da graça. Colocam-nos face à beleza, à grandeza e à transcendência. São a “triaga” salvadora para nos prevenir da corrupção e do erro. Vieira, todavia, vislumbra outra função para essas “janelas da vida”. Lembra: “Todos os sentidos do homem têm um só ofício; só os olhos têm dois. O ouvido ouve, o gosto gosta, o olfato cheira, o tato apalpa, só os olhos têm dois ofícios: ver e chorar”.

As lágrimas! Quão misteriosas (e benignas) são! Frutos de profundas emoções, quer positivas, quer negativas (afinal, choramos tanto de alegria, quanto de tristeza), são uma espécie de válvula de escape de extremas tensões provocadas pelos sentimentos, protegendo o sistema nervoso e evitando colapso completo de todo o organismo. São, portanto, um bem, em qualquer das situações (quer nas incontidas alegrias, quer nas extremas tristezas). Mas Vieira ainda não se contenta. Torna a questionar.

Indaga: “Ninguém haverá (se tem entendimento) que não deseje saber: por que ajuntou a natureza no mesmo instrumento as lágrimas e a vista; e por que uniu a mesma potência o ofício de chorar, e o de ver?”. Sim, por que esse capricho? Por que as lágrimas, por exemplo, não são causadas pelo tato, ou pelo paladar, ou pela audição ou pelo olfato? A razão é óbvia, mas teimamos, em nossa mania de complicar tudo, em ignorar exatamente o que é mais evidente e lógico.

Vieira comenta, com sua irretorquível lógica: “O ver é a ação mais alegre; o chorar a mais triste. Sem ver, como dizia Tobias, não há gosto, porque o sabor de todos os gostos é ver; pelo contrário, o chorar é o estilado da dor, o sangue da alma, a tinta do coração, o fel da vida, o líquido do sentimento”. As metáforas do pregador, como se observa, são de rara beleza, mas ele ainda não respondeu à questão que propôs.

Contudo, esse sábio orador nunca deixou seus fiéis ouvintes na mão. Por isso, nos dá a resposta à própria indagação (e à dos que “têm entendimento”) nestas palavras claras, incontestáveis e de enorme sapiência: “Por que ajuntou logo a natureza nos mesmos olhos dois efeitos tão contrários, ver e chorar? A razão e a experiência é esta. Ajuntou a natureza a vista e as lágrimas porque as lágrimas são a conseqüência da vista; ajuntou a Providência o chorar com o ver, porque o ver é a causa do chorar”. E conclui: “Sabeis por que choram os olhos? Porque vêem”. Simples assim! E é preciso explicar mais alguma coisa?!




Pedro J. Bondaczuk é jornalista e escritor, autor do livro “Por Uma Nova Utopia”

O conteúdo veiculado nas colunas é de responsabilidade de seus autores.

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Sunday, January 24, 2010

OLHOS DE LUZ

Olhos de Luz
Poema de Sandra Waihrich Tatit

De um jeito diferente ,
de um sentir estranho e de um sonho bom ...
como o mar em minha frente ,
suas ondas se aproximam ,
trazem luzes tão profundas ,
é um brilho que acalma ,
que recorda ,
que exalta ...
é uma dor que não machuca .
O horizonte contempla ...
o perfil daquela luz , que conduz , refaz e seduz ,
deixa sinais de verdades vividas ,
de sofridas vidas ...
encantadas , amadas e desamadas .
São olhos , são mar e são luar
em seu eterno seduzir ,
seu brilho é fugaz e envolvente ...
suas ondas se entrelaçam e falam
de amores findos e iluminados ,
desamores frustrados e inacabados ...
de sofrimentos superados ,
de espaços já galgados .
Os sonhos surgem exaltados ,
sensualidade exacerbada
penetra nas raízes , deixa sua marca ,
depois foge horizonte afora
sem hora e sem limite ,
voa na hora da chegada da onda esperada ...
e a estrela destes olhos se revela iluminada .
Quantas pessoas
já se encantaram por esses olhos ...
tão acesos e serenos ,
pedaços de alma que acalmam ...
refazem e conduzem ,
são olhos de luz!


Sandra Waihrich Tatit
Meus Poemas de Improviso

Saturday, January 23, 2010

*BORBOLETAS* Mário Quintana

Com o tempo, você vai percebendo que
para ser feliz com uma outra pessoa,
você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele (a) cara que você ama (ou acha que ama)
e que não quer nada com você,
definitivamente, não é o homem (a mulher) da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e,
principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas…
é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar,
não quem você estava procurando,
mas quem estava procurando por você!”

Mário Quintana , eminente poeta do Rio Grande do Sul

Thursday, January 21, 2010

A CAPACIDADE DE SER ANTICONVENCIONAL ... deveríamos tentar entender agora por que tal postura diante da vida é tão rara

A capacidade de ser anticonvencional

Entendida a liberdade como agradável estado de espírito derivado de uma coerência a maior possível entre idéias e atitudes, deveríamos tentar entender agora por que tal postura diante da vida é tão rara. E a primeira coisa que gostaria de assinalar é a seguinte: num período como o que estamos vivendo, o primeiro obstáculo à liberdade é a existência de uma enorme confusão no mundo das idéias; parece ser muito incomum que alguém tenha idéias definidas e claras, de modo que nessas condições sua conduta deveria refletir suas contradições internas; ou então o indivíduo se mantém em uma dada direção – apesar da contradição interna – até que clareiem melhor suas idéias.

Este aspecto é, a meu ver, secundário para a questão da liberdade; o básico é o temor do desafeto e das represálias em geral, ao qual está sujeito o indivíduo que não se comporta conforme os padrões usuais e tidos como aceitáveis. Estruturas sociais repressivas – e creio que são tanto mais repressivas quanto mais sofisticados os agrupamentos sociais – agem sobre cada indivíduo tal que o não comportar-se conforme as expectativas aparece sob a forma de não dispor dos meios materiais de sobrevivência em virtude de não encontrar trabalho. Comportamentos não convencionais determinam também a possibilidade de o indivíduo não ser amado, sendo esta uma das sanções quase que insuportáveis para os homens.

Assim, para sermos amados por nossos pais, colegas e parentes, teremos de agir de modo que não ofenda suas maneiras de ser e de pensar – sim, porque cada um toma a si como um modelo de perfeição a ser proposto especialmente para os filhos, apesar de que a própria pessoa pode se sentir brutalmente infeliz e insatisfeita. As represálias sociais são de tipo análogo: o indivíduo que não se comporta conforme o usual é rejeitado e desprezado; não poderá continuar a se sentir parte integrante daquela coletividade, além de ser punido em suas pretensões de ordem material.

De outra forma, pode se dizer que a liberdade se confunde com a capacidade de uma pessoa de prescindir do amor das outras. O medo da liberdade, presente em todos nós, não é infundado, pois em sociedades como a nossa cada um funciona como repressor dos outros, de tal forma que a liberdade confunde-se com desafetos e solidão.

Uma pessoa será, portanto, tanto mais livre quanto menos interessada e preocupada estiver com a opinião e, portanto, o afeto – das outras. Terá que estar suficientemente forte para suportar as represálias de todo tipo, mas principalmente a sensação de desamparo na medida que uma pessoa se perde de suas convicções – o que significa afastar-se da agradável sensação de liberdade – por temor das represálias, tenta recuperar algum tipo de prazer exibicionista através da busca de destaque social dentro das regras do jogo existente. E, ao perseguir tal objetivo – do qual já não está plenamente convencida –, tenderá a se afastar cada vez mais de suas idéias e pensamentos iniciais, de tal maneira que a sensação íntima é cada vez mais desagradável e insatisfatória; e isto será verdadeiro mesmo para aquelas criaturas que sucederem plenamente nesta busca de destaque social. Serão admiradas e invejadas pela grande maioria dos seus contemporâneos, porém se sentirão profundamente infelizes e frustradas; e mais profundamente solitárias, apesar de terem feito tais concessões para evitar essa dolorosa sensação.

Dr.Flávio Gikovate, médico psicoterapeuta e escritor.

Tuesday, January 19, 2010

FLAMENCO cigano radicado na Andaluzia passou a ser conhecido como flamenco na Idade Média ...


Flamenco, o cigano radicado na Andaluzia passou a ser conhecido como flamenco na Idade Média. Com o tempo, o termo passou a designar grande parte do folclore andaluz e das zonas vizinhas,
especialmente a música e a dança.
Flamenco é a arte do canto e da dança própria dos ciganos espanhóis da Andaluzia, que se propagou a outras regiões da Espanha e tornou-se comum nas cidades mediterrâneas e grandes núcleos urbanos, como Madri e Barcelona. Embora seja de fundo árabe, está estreitamente ligado aos ciganos, nos quais encontrou seus verdadeiros intérpretes. A essência do flamenco é o canto, freqüentemente acompanhado de violão. Os cantos e bailes flamencos constituem arraigada tradição do povo andaluz, que neles traduz seus momentos de alegria ou tristeza, extravazando sentimentos, sempre impregnados das idéias de amor e morte. Atualmente o flamenco encontra-se bastante comercializado, fazendo parte de espetáculos teatrais.
As origens do flamenco remontam às danças e cantos pré-cristãos do sul da península Ibérica. Esse substrato nutriu-se das contribuições sucessivas de vários povos, especialmente árabes e judeus. A imigração de povos ciganos no século XV foi dando contornos definitivos a essa arte, reconhecida como tal desde o século XVIII, quando as canções ganharam letra. A partir do século XIX, os ciganos começaram a dançar e cantar profissionalmente nos cafés. Surgiu assim a figura do guitarrista, acompanhante habitual do cantaor, nome que se dá ao vocalista. O ritmo da dança e do sapateado é marcado por palmas, gritos de incentivo ou reprovação denominados jaleo, estalar de dedos e unhas (para os homens) e toque de castanhola (para as mulheres),
todos componentes essenciais do espetáculo.
Contudo, o aproveitamento turístico dá a essas manifestações artísticas aspectos frequentemente menos genuínos do que aqueles que se encontram habitualmente nos ciganos.
Dos gêneros mais antigos do flamenco, como as nostálgicas cañas e soleares, derivaram formas mais modernas e jocosas. A siguiriya, de raízes ancestrais, e a saeta, lamento pela paixão de Cristo, são outras modalidades do flamenco. A partir da segunda metade do século XX, o flamenco passou a sofrer diversas influências, que as correntes tradicionais tentam evitar para não serem desvirtuadas.
O cantor José Meneses, a bailarina La Chunga e o guitarrista Manitas de Plata são artistas flamencos de destaque.

Fonte: Enciclopédia Barsa- macropédia, volume 6 (Flamenco).

A GRANDE INCÓGNITA- a vida pode ser comparada a um caminho de sombras e luzes, cuja extensão desconhecemos e que nos conduz a um destino ignorado ...


A Grande Incógnita

Por Pedro J. Bondaczuk


A vida pode ser comparada a um caminho de sombras e luzes, cuja extensão desconhecemos e que nos conduz a um destino ignorado. É como essas trilhas perdidas num bosque, que são mais escuras nos trechos em que há grande concentração de árvores e totalmente iluminadas pelo sol naqueles em que não há planta nenhuma, a não ser um verde gramado de se perder de vista.

Caracteriza-se, sobretudo, pelo imprevisto, bom ou ruim, para os quais temos que estar sempre atentos. No primeiro caso, para usufruirmos, com alegria e encantamento. No segundo, para nos prevenirmos e evitarmos os buracos, pedras e espinhos que venham a atrapalhar nossos passos, quando não nos derrubar e nos ferir.

É nessa imprevisibilidade que reside o grande encanto da vida.. Quanto à sua extensão e destino... não devemos nos preocupar. Por que não? Porque é inútil. Porque estes são fatores nos quais não temos a menor condição de interferir e modificar.

Entre as inúmeras incertezas que temos, em relação ao universo, uma certeza se destaca, soberana e imutável: a de que o planeta que habitamos, um dia, terá fim. Não sabemos quando isso irá ocorrer, mas conhecemos “como” acontecerá. Quando o sol consumir todo seu combustível, irá se expandir, de tal sorte, que reduzirá a cinzas os planetas que o orbitam, entre os quais, o nosso, claro.

Depois, explodirá, como monstruosa bomba de hidrogênio e se contrairá, até se tornar uma anã branca. Por mais que essa estrela tenha existido, exista e venha a existir, será um tempo ínfimo, em relação à eternidade. E qual será o destino do homem?

Estará fadado à extinção, num piscar de olhos, assim como um dia começou a existir? Conquistará outro planeta, de uma outra estrela, e dará continuidade à vida? Isso, ninguém sabe, embora possa intuir. Mesmo sem o homem, porém, o universo seguirá em seu curso eterno, rumo a um destino que nossa mente jamais alcançará saber qual seja.

Não sabemos, portanto, além da duração e destino da vida e do tempo exato em que a Terra continuará a existir, se a nossa espécie irá se extinguir ou se, com sua engenhosidade e inteligência, saberá prover alguma forma de sobrevivência. Nenhuma dessas questões, porém, se constitui na grande incógnita, sobre a qual devamos nos debruçar para esclarecer.

A pergunta fundamental, que deveria ser nossa preocupação constante, é, aparentemente, mais simples, e foi feita em uma entrevista, concedida na década de 70 à extinta revista “Visão”, por Eugéne Ionesco, um dos maiores patafísicos e dramaturgos do teatro do absurdo: “Por que não nos amamos?”

Pois é. Por que? O próprio escritor romeno acrescenta: “Para isso (para nos amarmos) não há necessidade de grandes homens e de grandes doutrinas”. Não há mesmo. Ionesco, para justificar essa afirmação, lembra que essa mesma pergunta foi feita pelo principal personagem de Fedor Dostoievski, no romance “O idiota”, “em sua lúcida ingenuidade”.

Se todos estamos no mesmo barco (e estamos), se ninguém consegue sobreviver por muito tempo sozinho, se para os mínimos atos da vida dependemos uns dos outros, convenhamos, é uma extrema estupidez o fato de não nos amarmos. Mas não nos amamos, em sentido genérico. Competimos uns com os outros, os fortes subjugam e se aproveitam dos mais fracos (não somente no aspecto físico, mas no mental, psicológico, econômico e social) e em raras ocasiões conseguimos nos entender, o mínimo que seja.
Confesso que, por muito tempo, fiquei com um pé atrás em relação a Eugène Ionesco (que, apesar de romeno de nascimento, tinha fortes vínculos com a França, já que sua mãe era francesa e ele passou a maior parte da sua vida nesse país). Conhecia, dele, apenas sua principal peça, “A cantora careca”, encenada pela primeira vez em 11 de maio de 1950, no Teatro dos Noctambules, em Paris, e que originou o movimento conhecido como Teatro do Absurdo. Detestei!

Não atentei, a princípio, para a sua proposta. Achava-a maluca demais para os meus padrões estéticos e culturais de então. Ao assistir outras encenações desse mesmo trabalho, porém, aos poucos foi compreendendo suas idéias (e concordando com elas). Ionesco mostrou, sobretudo, humildade nas entrevistas que concedeu. Confessou, por exemplo, que na criação do Teatro do Absurdo, ou “anti-teatro” – que propunha a volta às origens das artes cênicas, ou seja, um teatro puro, despojado de convenções, cruelmente poético, casual e sumamente imaginativo – foi influenciado por Franz Kafka e pelo poeta e dramaturgo francês Alfred Jarry, conhecido por suas peças hilariantes e insólitos poemas.

Li, posteriormente, alguns ensaios seus e achei-os lúcidos e equilibrados, assim como os cinco romances que publicou. Vibrei, pois, quando soube que Eugène Ionesco foi eleito para a seletíssima e badalada Academia Francesa, em 1970. Foi quando passei a refletir com assiduidade sobre essa que ele classificou como a “grande incógnita humana”: “Por que não nos amamos?”. Sim, leitor, por que? Você teria uma única resposta objetiva que, em pouquíssimas palavras, desse uma, e só uma justificativa lógica para tamanha omissão? Eu, da minha parte, confesso, humildemente: não tenho!.

Pedro J. Bondaczuk é jornalista e escritor, autor do livro “Por Uma Nova Utopia”

Monday, January 18, 2010

RESISTA UM POUCO MAIS

Há dias em que temos a sensação de que chegamos ao fim da linha.

Não conseguimos vislumbrar uma saída viável para os problemas que surgem em grande quantidade.
Com você não é diferente. Você também faz parte deste mundo cheio de provas e expiações. Desta escola chamada terra. E já deve ter passado por um desses dias, e pensado em desistir... No entanto vale a pena resistir...
Resista um pouco mais, mesmo que as feridas latejem e que a sua coragem esteja cochilando. Resista mais um minuto e será fácil resistir aos demais. Resista mais um instante, mesmo que a derrota seja um ímã...
Mesmo que a desilusão caminhe em sua direção. Resista mais um pouco mesmo que os pessimistas digam para você parar...
mesmo que sua esperança esteja no fim. Resista mais um momento mesmo que você não possa avistar, ainda, a linha de chegada...
mesmo que a insegurança brinque de roda a sua volta.
Resista um pouco mais, ainda que a sua vida esteja sendo pesada na balança dos insensatos, e você se sinta indefeso como um pássaro de asas quebradas. As dores, por mais amargas, passam...
Tudo passa... A ilusão fascina, mas se desvanece... A posse agrada, porém se transfere de mãos... O poder apaixona, entretanto, transita de pessoa.
O prazer alegra, todavia é efêmero. A glória terrestre exalta e desaparece. O triunfador de hoje, passa, mais tarde, vencido...
Tudo, nesta vida, tem um propósito...
A dor aflige, mas também passa. A carência aturde, porém, um dia se preenche. A debilidade física deprime, todavia, liberta das paixões. O silêncio que entristece, leva à meditação que felicita.
A submissão aflige, entretanto fortalece o caráter. O fracasso espezinha, ao mesmo tempo ensina o homem a conquistar-se.
A situação muda, como mudam as estações...
O verão brinca de esconde-esconde com a brisa morna, mas cede lugar ao outono, que espalha suas tintas sobre a folhagem. O inverno chega e, sem pedir licença, congela a brisa e derruba as folhas.
Tudo parece sem vida, sem cor, sem perfume. Será o fim? Não! Eis que surge a primavera e estende seus tapetes multicoloridos, espalhando perfume no ar e reverdecendo novamente a paisagem...
Assim, quando as provas lhe baterem à porta, não se deixe levar pelo desejo de desistir...
resista um pouco mais Resista, porque o último instante da madrugada é sempre aquele que puxa a manhã pelo braço... E essa manhã bonita, ensolarada, sem algemas, nascerá para você em breve, desde que você resista.
Resista, porque alguém que o ama está sentado na arquibancada do tempo, torcendo muito para que você vença e ganhe o troféu que tanto deseja: a felicidade.
Não se deixe abater pela tristeza.
Todas as dores terminam.
Aguarde que o tempo, com suas mãos cheias de bálsamo, traga o alívio. A ação do tempo é infalível, e nos guia suavemente pelo caminho certo, aliviando nossas dores, assim como a brisa leve abranda o calor do verão.
Mais depressa do que supõe, você terá a resposta, na consolação de que necessita.
Por tudo isso, resista...
e confie nesse abençoado aliado chamado tempo.

Redação do Momento Espírita

Friday, January 15, 2010

Thursday, January 14, 2010

COM AS RÉDEAS NAS MÃOS ... paixão é cega, nem é um bem e nem um mal, cabe-nos direcioná-la corretamente, para que se torne uma força irresistível

Com as rédeas nas mãos

Por Pedro J. Bondaczuk


A paixão, em si, é cega, e, a priori, nem é um bem e nem um mal. Cabe-nos direcioná-la corretamente, para que se torne força irresistível e benigna que atue exclusivamente a nosso favor. Sem ela, nada do que fizermos atingirá a excelência e a perfeição. É possível fazer isso? Sim! Muitos e muitos o fizeram.

Michelangelo, por exemplo, estava dominado por intensa paixão ao esculpir a estátua de Moisés, em 1505 – que pode ser apreciada em todo seu esplendor na Igreja San Pietro in Vincoli, em Roma. Essa obra atingiu tamanho grau de perfeição, que seu ilustre autor, num momento de alucinação diante de tanta beleza, teria exclamado: “Parla, Moses!”. De fato, a estátua só falta falar.

Dante Alighieri, igualmente, punha chispas pelos olhos ao erigir sua “Divina Comédia”, que o consagrou como um dos maiores poetas de todos os tempos. A mesma fúria criativa tomou conta de Beethoven, Tchaikowsky, Rembrandt, Rafael, Velazquez, Monet, Manet, Gauguin, Van Gogh e vai por aí afora.

A paixão é como um legítimo cavalo puro-sangue. Um animal desse tipo, forte, saudável e veloz, pode nos levar com mais rapidez e segurança a qualquer lugar que queiramos. Para isso, porém, é indispensável que seja domado. Se for xucro, nos derrubará da sela antes que sequer consigamos piscar.

Para nos ser útil, é indispensável que estabeleçamos com o animal uma relação de mútua confiança, até mesmo de amizade. A paixão também é assim. Via de regra, é interpretada, somente, como súbita e fulminante atração por alguma pessoa do sexo oposto, que muitos chegam a confundir com o amor, embora não o seja. Pode, até, ter essa conotação, mas não exclusivamente.

Há pessoas que só entendem determinados conceitos caso lhes sejam ensinados de maneira explícita e didática. E nem sempre os entendem. Não é a esse tipo de paixão, evidentemente, que me refiro. É mister que se lembre que ela pode ser definida como um comprometimento irrestrito e absoluto, sem dúvidas ou vacilações, com uma pessoa, uma idéia ou uma causa.

Antes de montarmos, portanto, no dorso do tal puro-sangue, é indispensável que tenhamos completa certeza da excelência de quem ou do que queremos conquistar. Ou seja, temos que “domá-la”. Precisamos estar convictos sobre a direção que pretendemos seguir.

Estabelecida, porém, essa convicção, e definido esse rumo com a máxima segurança e certeza, nada é mais conveniente e rápido do que, no dorso do “cavalo” da paixão, galoparmos, livres e confiantes, rumo ao sucesso e à felicidade.

Nas crônicas anteriores que escrevi sobre o tema parece que não me fiz bem-entendido ou não fui muito claro. Vários leitores interpretaram o texto (erroneamente, óbvio) como se eu estivesse me referindo “apenas” a esse intenso sentimento, selvagem, cego e avassalador, confundido, por muitos, com o amor, sem, no entanto, sê-lo.

Não me referi, contudo, ao “puro-sangue” xucro, que não se deixa montar por ninguém. Referi-me à paixão que nos é benigna, precedida, invariavelmente, de irrestrita certeza do que pretendemos fazer e/ou conquistar e devidamente “domada”. Referi-me àquela que moveu Michelangelo, Leonardo da Vinci, Rembrandt, Velazquez, Rafael, Van Gogh, Monet, Manet, Beethoven, Tchaikowsky, Mozart, Virginia Woolf, Marguerite Yourcenar, Marie Curie e tantos e tantos outros artistas, gênios, cientistas e líderes vencedores, que sob seu domínio, jamais desistiram de suas causas e projetos e aproximaram-se da perfeição.

Esses homens e mulheres talentosos e determinados foram apaixonados pelo que pretenderam ou defenderam. Domaram o “puro-sangue” xucro e puseram-no a seu serviço, galopando, confiantes e convictos, rumo aos objetivos que traçaram. Poderiam alcançar suas metas sem paixão? Talvez até pudessem, dada a grandeza dos seus talentos. Tenho, contudo, minhas dúvidas.

O humanista Daisaku Ikeda, eminente líder budista japonês, nos alerta, todavia, em seu livro “Vida um enigma, uma jóia preciosa”: “Controlar a paixão é como correr num cavalo desembestado. Se as rédeas são relaxadas por um instante, o cavaleiro pode ser jogado fora da sela. O certo é dominar e utilizar as forças e energias, de modo que o cavaleiro e o animal se movam como se fossem um só”.

Ou seja, não se trata de tarefa fácil e corriqueira, que possa ser executada de qualquer maneira ou por qualquer um. Requer, além de auto-disciplina, profundo auto-conhecimento. Precisamos conhecer, mesmo que superficialmente, os nossos limites e possibilidades.

Ademais, as “rédeas” têm que estar sempre firmes em nossas mãos, sem que se afrouxem um instante sequer. Em suma, nós é que temos que dominar a paixão, não o contrário. Suas forças e energias são imensas, diria, incomparáveis. Caso se voltem contra nós, todavia, podem nos destruir com a maior facilidade. Domemos, pois, este magnífico puro-sangue e não tenhamos receio: no seu dorso firme e seguro, galopemos, com confiança e determinação, rumo ao sucesso e à felicidade. Nós podemos!


Pedro J. Bondaczuk é jornalista e escritor, autor do livro “Por Uma Nova Utopia”

Wednesday, January 13, 2010

Afinal, o que é dar certo num relacionamento?


Afinal, o que é dar certo num relacionamento?
"A procura por tentar encaixar uma relação nos moldes do certo ou errado, pode ser fruto da necessidade que temos de construir relações estáveis e seguras"
"Enquanto ficarmos apegados ao mito "durar para sempre" não nos permitiremos aproveitar inteiramente e intensamente o que um relacionamento pode nos proporcionar"

A questão relativa ao que é dar certo em um relacionamento encontra cada vez mais eco em todos os segmentos de nossa sociedade atual.
E dois fatos evidentes parecem dar voz à esta questão: por um lado, a atual falência dos modelos de relacionamento até então utilizado por nós; por outro, inclusive ligado ao anterior, apresenta-se o fato de que em nossa sociedade capitalista/globalizada, somos constantemente bombardeados com a ideia de que todos podemos, e mais, devemos experimentar um relacionamento que "dê certo".
Assim, apresenta-se o conflito: os modelos para que um relacionamento dê certo se esgotam em sua cristalização e falta de criatividade.
Concomitantemente, a noção de "o que é dar certo" confunde-se com conceitos financeiro-matemáticos.
Toda relação envolve fantasias e expectativas, mas também frustrações.
O que é uma relação amorosa ideal?
Sabemos que não vivemos em um conto de fadas, que o percurso do ser humano é cheio de grandes percalços e grandes superações, mas ao mesmo tempo, temos a expectativa de um dia encontrar o (a) parceiro (a) ideal, os verdadeiros príncipes e princesas encantados (as), casar, ter uma casa linda, filhos lindos, cachorro, periquito, papagaio ... e "vivermos felizes para sempre...".
Muitos de nós estamos totalmente apegados a este modelo de felicidade, sendo que raramente, senão nunca, vivenciamos este estado pleno e eterno.
Muitas pessoas, em busca incessante por este modelo idealizado, trocam de parceiros de maneira exagerada. Vivemos em uma época marcada pela superficialidade das relações. As pessoas têm muito medo de se envolver afetivamente, e acabam optando por "ficar" com diversas pessoas.
Não se permitem experimentar as diferentes facetas que um encontro pode trazer, e muitas vezes, diante de uma frustração, como por exemplo, ele (a) não fez o que eu esperava, abandonam a relação, partindo para outras, que muitas vezes, continuarão repetindo isso.
A procura por tentar encaixar uma relação nos moldes do certo ou errado, pode ser fruto da necessidade que temos de construir relações estáveis e seguras.
No entanto, quando perguntamos o que é amor e conseguimos uma resposta, automaticamente o amor desconstrói a resposta dada, suscitando novamente a pergunta. Esse processo muitas vezes nos leva a transcender os obstáculos que existem dentro de nós mesmos.
"Dar certo" talvez não seja o termo mais adequado
Talvez o termo"dar certo" não seja o mais adequado para as relações afetivas.
Ao pensarmos no que é certo automaticamente nos remetemos ao que é dar errado e não é dessa maneira, um tanto quanto lógica, que devemos definir nossas relações.
Quando nos referimos à relação amorosa apenas dessa maneira, acabamos por colocá-la como algo à parte do nosso processo de vida.
Socialmente, o parâmetro utilizado para avaliar se um relacionamento amoroso é bem-sucedido ou não é sua duração. Por conseguinte, o término de um relacionamento é frequentemente associado a um fracasso amoroso.
Este sentimento parece decorrer da frustração de uma expectativa social - a de que o amor, e especificamente o casamento, deve durar para sempre.
Ficamos presos a este modelo paradisíaco de forma tão cega e com expectativas tão grandes, que não nos permitimos olhar, experimentar, vivenciar outros tipos de felicidades que os relacionamentos amorosos nos trazem.
Assim, muitas vezes nos deparamos com relacionamentos considerados funcionais dentro de uma perspectiva bancária ou estatística, mas que, pelo contrário, infligem mal-estar e decepção naqueles que o desfrutam.
A oposição entre a expectativa social do "para sempre" e o comportamento amoroso que estabelecemos atualmente parece fazer com que as pessoas se sintam continuamente frustradas e insatisfeitas, frente ao desejo de estabelecer um relacionamento e ao medo de que este não atenda às expectativas.
É importante olharmos e nos conscientizarmos de que a felicidade não é eterna, mas sim estados momentâneos.
"Dar certo" não é sinônimo de "durar para sempre", tal qual é idealizado por muitos de nós, mas sim, estarmos abertos para vivenciar, experimentar e nos entregar ao que o relacionamento nos oferece num dado momento.
No entanto, para que isso ocorra, precisamos nos livrar deste ideal de perseguir esta perfeição, e assim, qualificarmos o "dar certo", de outra maneira.
Desmistificando-o desta forma, podemos perceber que o término de uma relação, por exemplo, não implica necessariamente que ela não deu certo.
Se este relacionamento proporcionou ao casal experiências de boa qualidade e satisfatórias por um período, que pode tanto ter sido breve, como duradouro, este relacionamento deu sim, e muito certo!
Psicologicamente, dar certo no amor é poder viver a plenitude de um encontro.
Deste ponto de vista, a duração do relacionamento não tem a menor importância. Um relacionamento bem-sucedido pode durar uma vida ou uma noite, pois a plenitude de um encontro está ligada à forma como as partes envolvidas se colocam na relação.
É fundamental a valorização do encontro com o outro. Um encontro no qual possamos enxergar o nosso parceiro e suas características.
Esse grande encontro já é por si só gerador de diversos efeitos com cores e tonalidades das mais variadas.
Mas é claro, que enquanto ficarmos apegados ao mito "durar para sempre" não nos permitiremos aproveitar inteiramente e intensamente o que um relacionamento pode nos proporcionar.
Como diria Vinícius de Moraes:" ... que seja eterno enquanto dure ..."
Autores: Carla Regino, Fernanda Menin, Helena Girardo de Brito, João Paiva, Lilian Loureiro, Luiz André Martins, Mariana Leite, Marina Winkler, Priscila Parro e Thiago Pimenta - sob a coordenação da profa. Dra. Noely Montes Moraes


Autor : Dra. Noely Montes Moraes
Créditos : Luiz Affonso
Fonte : Universo da Mulher

Tuesday, January 12, 2010

Entendemos com a mente mas sentimos com o coração ...

ENTENDA E COMPREENDA entendimento é da mente , compreensão é do coração ...


Entenda e Compreenda

Movimente a sua capacidade de entendimento e compreensão.

O entendimento é da mente, e a compreensão, do coração.

Uma situação pode estar clara na sua mente, sem que reste

dúvida alguma sobre o que foi feito, dito ou ouvido.

Mas, com a compreensão, você vai mais além.

Ela penetra nas razões profundas de onde se

originam os procedimentos e põe ali o amor.

Um amor que lhe faz sentir o que o

outro sente e justifica-lhe as ações.

Use a compreensão com abundância.

Se compreender é mais entender,

amar é ainda mais do que compreender.

www.universodamulher.com.br

Monday, January 11, 2010

BOCAS QUE CALAM

Por Sandra Waihrich Tatit

Da boca brota a fala ,
brota o canto ,
brota o beijo ...
bocas que ardem de desejo ,
bocas que dizem o que não querem ...
bocas que se vestem de saudade ,
bocas que ardem de rancor .
Rompem amizades !
dizem crueldades ...
Bocas de minha vida ,
quantos beijos , quantas horas vividas ...
a boca é uma sublime caixa de som ,
onde a acústica de meu canto se encontra
com teu grito de ressentimento .
Num momento somos um ,
em outros somos a distância !
Bocas que lamentam e atormentam ...
bocas de minha vida , doces guaridas ,
para minhas nostalgias !
bocas que calam ...
e se eternizam!

Sandra Waihrich Tatit
Direitos Autorais Protegidos

A FORÇA EMOCIONAL FEMININA ... o poder proporcionado pelas emoções nasce de viver intensamente em profunda vinculação com as próprias emoções ...

A força emocional feminina

Um novo paradigma referente às emoções questiona a analogia entre o emotivo e o débil ou o irracional, inaugurando assim uma nova era que contesta o arquétipo romântico da mulher como ser frágil e instável e evidenciando que a emotividade feminina, longe de ser fator de vulnerabilidade, é fonte de força.
O poder proporcionado pelas emoções nasce de viver intensamente em profunda vinculação com as próprias emoções e, graças a esta conexão visceral, ser motor de transformação para empreender ações que permitam às mulheres apostar em seus desejos mais profundos, romper barreiras, superar-se e desenvolver ao máximo todo o potencial.
O aspecto emocional como bússola inteligente:
As emoções femininas são ferramentas poderosas que funcionam como sinais que permitem o autoconhecimento e - se ouvidas atentamente – orientam com sabedoria. Senti-las, reconhecê-las e colocá-las em jogo intensamente pode conduzir à realização pessoal e em um marco de melhores relações interpessoais.
A força vital e criadora da mulher sustenta-se em aspectos não racionais ligados ao sentimento e à intuição (entendida como certeza profunda). As emoções positivas ampliam o espectro de atenção e pensamento, recursos cognoscitivos essenciais para apreender o mundo e atuar sobre o mesmo.
O poder transformador e criador de atrever-se a sentir:
A potência emocional vai muito além da mera adaptação para a sobrevivência, ou seja, não se trata simplesmente de uma ferramenta para reagir ao meio, mas de mecanismos que permitem atuar sobre o mundo. Há nas emoções de maneira latente, potencialmente, o gérmen dos processos de transformação.
Atrever-se a sentir tem então um poder transformador e criador que permite às mulheres tomar as rédeas de sua própria vida. As emoções são inspiradoras e potencializadoras. Percorrê-las e experimentá-las incita a ensaiar, a criar e a transformar.
Exercer o poder (“empoderar-se”) permite tomar as rédeas da própria vida e assumir os desafios pessoais independentemente dos discursos sociais estabelecidos. Dessa forma, o conceito de empowerment trata especificamente de um processo de aquisição de força por parte da mulher, de poder de decisão sobre a própria vida. As emoções são inspiradoras, além de possibilitar uma percepção da realidade muito mais rica, elas encorajam a conhecer, a provar e a inventar.
A função do aspecto emocional na capacidade de auto-superação:
As emoções são um aviso que indica a existência de conflitos ou desejos íntimos; por isso dispor dessa informação é essencial para que a mulher possa atingir a auto-superação e manifestar todo o seu potencial. Quando se sabe “ler” as emoções ganha-se sabedoria emocional. O caminho da sabedoria emocional é um veículo para a ligação consigo mesma, para atrever-se a conquistar o mundo “a partir do próprio interior”, expressando a melhor versão de si.
Deixar-se levar pelas emoções permite detectar os conflitos e desejos mais íntimos, conduz a mulher à auto-superação e à realização de seu potencial através de ações guiadas pelo poder do aspecto emocional.
A influência da força emocional sobre o corpo:
Está comprovado que existem conexões diretas entre as terminações nervosas do sistema nervoso autônomo e as células do sistema imunológico. Esta é a base físico-química que explica porque as emoções positivas evitam doenças ou, se estas já se manifestaram, contribuem para a sua cura.
Experimentar emoções positivas como o otimismo, o senso de humor, a resiliência e a criatividade estimula o pensamento flexível, favorecendo a melhor compreensão das situações complexas e o maior distanciamento emocional perante acontecimentos negativos e estressantes. Essa capacidade emocional feminina é uma força construtiva, preventiva e reparadora de efeito duradouro.
As emoções dão sentido à vida:
O poder emocional contribui para outorgar significado à vida, as emoções são motor e dirigem as ações cotidianas e transcendentes. Se a felicidade se define como uma experiência carregada de significado, a contribuição do aspecto emocional à felicidade é mais que relevante.
Fonte: Internet

Sunday, January 10, 2010

"Tudo é precioso para aquele que foi, por muito tempo, privado de tudo". Friedrich Nietzsche


Tudo é precioso para aquele que foi, por muito tempo, privado de tudo.

Friday, January 08, 2010

*QUERIA SER UMA ESTRELA*

Queria ser uma estrela ,
no firmamento de um sonho
de contentamento fugaz ...
queria sim , sentir em minhas entranhas
o sabor dos espaços ,
dos planetas girando em eterna busca ,
ainda que tão livres sejam e desconheçam
esta liberdade plena ,
planetas de minha imaginação ,
transbordantes de liberdade ,
enquanto temos a nossa tão limitada ...
pelas leis mal feitas e mal aplicadas ,
pela dor dos sofredores ,
pelas opressões e pelos opressores ,
pelos dissabores
de assistirmos o grito silencioso dos oprimidos ,
diante do cruel silêncio dos opressores .
Gira mundo , gira e vai em busca na paz ,
a paz de Deus , a paz do homem ,
a paz escondida e reprimida ,
nas feridas mal curadas ,
em cada mão que nega o carinho ,
a solidariedade e o amor ...
queria eu ser uma estrela
e iluminar o mundo ,
ser o divino alento de esperança ,
esta , que dá ao homem a capacidade de superar
e suportar o sofrimento ,
seguindo sempre além ...
Queria eu , ainda que por um momento apenas ,
ser a dor e o prazer ,
cuidado prazer , cautela ...
não vá a dor acordar !
queria eu ser uma estrela
e vir silenciosamente a terra iluminar .


Sandra Waihrich Tatit
Meus Poemas de Improviso

Tuesday, January 05, 2010

*GRATUIDADE DA NATUREZA* poema de Sandra Waihrich Tatit um tributo à generosidade da natureza agredida e desafiada pela contradição ...

Poema de Sandra Waihrich Tatit , também editado em vídeo no youtube.com

Natureza ,
Grande Cenário
Que o Grande Artista Deus
Presenteou o homem ...
Para a realização de sua Obra Monumental .
Deus Grande Regente da Sinfonia Universal ,
Na Gratuidade da Natureza ...
Encontramos o renascer de nossa plenitude cósmica
E humana ...
Nossas partituras da vida
A cada ano se renovam ,
E novas notas se fundem ,
Novos acréscimos se somam ...
Microcosmo e macrocosmo unidos
Aliados na Melodia Universal !
Na Harmonia já não vivida ,
Homens e animais habitam a terra ,
Homens em guerra !
Esfacelam suas almas calmas ,
Desfragmentam a sua Luz ...
Que conduz e refaz ,
E lutam pela física integridade !
Fogem dos assédios da luta ,
Labutam pela Paz ...
Paz para o mundo ,
Que em um segundo , é destruído
Pela ingrata bomba dos tempos ...
A bomba da morte precoce !
Pela insensata incoerência das horas ,
Perdidas e desperdiçadas ...
Nas disputas , nos preconceitos , nos confrontos ...
Levando homens ao castigo da guerra ,
E serem aqui ainda
Nesta terra , vítimas silenciosas ...
Da cumplicidade e das apropriações ilícitas !
Mas coniventes com tempos presentes ...
Numa política desprezível ,
Atuando em homens inocentes ,
Carentes ...
Anuncia-se então nesta hora triste ,
Da queda dos tempos ,
Da guerra de almas brancas e inocentes ,
Imaculadas e persistentes ,
Na cauda perdida da destruição ...
Do homem pelo homem ,
Dos homens pelas máquinas ,
Dos seres perdidos sem rumo ...
A buscarem sua identidade na terra !
Violência , corrupção , engodos e trapaças ...
Ardis e artimanhas vis !
A vida que dá à vida ...
O universo conspira em nós ,
Vamos à luta porque chegou a Nova Era ...
A Era do Amor e da Paz !
Trabalhemos como homens e pelo homem livre ...
Da escravisão deste tempo ,
Deste indigno tormento ,
Um lamento que explode !
Sejamos gentes deste Novo Mundo ...
Planetas giram exuberantes e imponentes !
Homens ficam na terra ...
Ainda que em guerra !
Homens e animais habitam a terra ...
Nada Maior que Deus!


Sandra Waihrich Tatit

Direitos autorais protegidos pela Lei 9610/98

Monday, January 04, 2010

A NUDEZ DO SILÊNCIO

A Nudez do Silêncio
Sandra Waihrich Tatit

O silêncio fala e me embala ,
embarga a minha fala ,
aquece a minha prece ,
quando anoitece ...
O silêncio é meu alento ,
meu arrependimento e meu lamento ,
o silêncio é tormento ...
silêncio é retórica suprema ,
definitiva e plena .
Corroi a minha pele ,
de tão quente que a encontra ,
o silêncio em meu ventre ...
novo ser se fez presente !
sou silêncio , sou jornada ,
sou canção de minha estrada ,
sou agora tua prece ,
me entontece ...
e amanhece !

Sandra Waihrich Tatit

Meus Poemas de Improviso
http://aquariussandra.blogspot.com/

Saturday, January 02, 2010

OS DEZ MANDAMENTOS DAS RELAÇÕES HUMANAS


OS DEZ MANDAMENTOS DAS RELAÇÕES HUMANAS



  1. FALE com as pessoas. Nada há tão agradável e animado quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dia quando precisamos mais de "sorrisos amáveis".

  2. SORRIA para as pessoas. Lembre-se que acionamos 72 músculos para franzir a testa e somente 14 para sorrir.

  3. CHAME as pessoas PELO NOME. A música mais suave para muitos ainda é ouvir o seu próprio nome.

  4. SEJA amigo e prestativo. Se você quiser ter amigos seja amigo.

  5. SEJA cordial. Fale e aja com toda sinceridade: tudo o que você fizer, faça-o com todo o prazer.

  6. INTERESSE-SE sinceramente pelos outros. Lembre-se que você sabe o que sabe, porém você não sabe o que outros sabem. Seja sinceramente interessado pelos outros.

  7. SEJA generoso em elogiar, cauteloso em criticar. Os líderes elogiam, sabem encorajar, dar confiança, e elevar os outros.

  8. SAIBA considerar os sentimentos dos outros. Existem três lados numa controvérsia: o seu, o do outro, e o lado de quem está certo.

  9. PREOCUPE-SE com a opinião dos outros. Três comportamentos de um verdadeiro líder: ouça, aprenda e saiba elogiar.

  10. PROCURE apresentar um excelente serviço. O que realmente vale na vida é aquilo que fazemos para os outros.

Wednesday, December 30, 2009

Saturday, December 26, 2009

Friday, December 25, 2009

A Melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham ...

A Melhor Mensagem de Natal é Aquela que Sai em Silêncio de Nossos Corações e Aquece com Ternura os Corações Daqueles que Nos Acompanham em Nossa Caminhada pela Vida ...

Sunday, December 20, 2009

APREENSÃO DOS EFEITOS ... as nossas melhores idéias surgem, muitas vezes, quando sequer estamos empenhados à sua procura ...



Apreensão dos efeitos

Por Pedro J. Bondaczuk


Apreensão dos efeitos

Pedro J. Bondaczuk

As nossas melhores idéias surgem, muitas vezes, quando sequer estamos empenhados à sua procura. Vêm à mente, como um raio de luz, em momentos de divagação, quando deixamos o pensamento livre e desimpedido a passear por todos os lugares e, simultaneamente, por lugar algum, sem se concentrar em nada e ninguém específicos.

É a esse lampejo que chamo de inspiração. Claro que para aproveitar esse jorro de sabedoria temos que transpirar, e muito, na seqüência. Nenhuma obra – quer seja de arte, quer de qualquer outra natureza – é “inspirada” completa, acabada e prontinha para uso.

Por isso, em momentos de muita pressão, quando me cobram textos bem-escritos e com conteúdo, e em determinado prazo, geralmente escasso, costumo isolar-me, relaxar cada músculo do corpo e deixar o pensamento divagar, livre e solto, por onde lhe aprouver. O resultado é infalível.

Tudo o que vemos, ouvimos, apalpamos, cheiramos e degustamos nos causa algum efeito no espírito, alguma sensação, boa ou ruim, que nem sempre conseguimos apreender com exatidão e reproduzir, com a maior fidelidade possível, nas obras que criamos.

Esse é o grande desafio do artista na produção da sua arte. Ou seja, é a capacidade de fazer com que as pessoas que a irão apreciar não se limitem a ver e ouvir o que criaram, mas que “sintam” os mesmos efeitos que o artista sentiu, que o levaram a produzir seu poema, canção, pintura, escultura etc.

Caso não consiga transmiti-los, sua obra poderá até ser agradável aos olhos (ou aos ouvidos, no caso da música), mas não empolgará ninguém. Ademais, uma determinada pessoa (ou objeto, ou cenário, não importa) causa efeitos diferentes nos diversos observadores. Tomemos, por exemplo, um escritor, um pintor, um escultor e um compositor musical. Façamos com que todos observem o mesmo determinado modelo estético.

O escritor verá a pessoa (ou objeto, ou cenário, não importa), de determinada maneira. O efeito que a visão lhe causar irá suscitar palavras de apreciação ou depreciação, dependendo se gostar ou não do que viu. Vai procurar nuances que nem sempre (ou quase nunca) serão iguais aos dos outros artistas.

O pintor, por exemplo, poderá atentar para um seio perfeito, ou para um sorriso maroto, ou no caso de não achar o modelo bonito, para uma deformidade qualquer, que buscará reproduzir da maneira mais fiel possível, colocando nessa reprodução toda uma carga de emoções. Vai, em última análise, se deixar levar pelo efeito que a imagem lhe causou.

O escultor, todavia, pode enxergar (e de fato enxerga) as coisas de forma diferente. Provavelmente, irá atentar para algum detalhe diverso do observado pelo pintor. Talvez se impressione com as curvas do modelo, ou com a perfeição do pé e concentrará seus esforços para reproduzir com a máxima fidelidade o detalhe que o impressionou. Estará à mercê, portanto, do efeito que lhe foi causado.

Da mesma forma irá agir o compositor musical. Sua atenção estará, certamente, voltada para um determinado tipo de som produzido pelo modelo, um suspiro peculiar, o ritmo de seus passos ou a sonoridade de sua risada. Sua atenção, portanto, estará concentrada em nuances diversas das do escritor, do pintor e do escultor. Tentará reproduzir, à sua maneira, também, os efeitos que o modelo lhe causou.

Notem que os quatro artistas observaram o mesmíssimo objeto (ou pessoa, ou cenário, não importa). Cada qual, porém, observou-o à sua maneira. As obras que vierem a produzir, em decorrência dessa observação, contudo, serão muito diferentes não apenas em sua natureza (texto, pintura, escultura ou peça musical), mas na carga de emoção suscitada pelo que viram. O modelo, no caso, foi o mesmo. Os efeitos causados, no entanto, foram muito diferentes.

Se tomarmos como exemplo vários escritores, dificilmente haverá coincidência de impressão entre dois deles que seja. O mesmo vale para pintores, escultores e compositores musicais. Honoré Balzac escreveu o seguinte, a propósito, no conto “Obra-prima ignorada”: “Temos de apreender o espírito e a alma, a fisionomia das coisas e dos seres. Os efeitos! Os efeitos! Nem o pintor, nem o poeta, nem o escultor devem separar o efeito da causa, que invencivelmente estão um no outro. A verdadeira luta está aí!”.

Felizmente, no entanto, cada artista “vê” aquilo que o inspira de forma diferente um do outro. Isto resulta nessa imensa variedade de obras de arte que encanta e enriquece o espírito humano, o que é bom, convenhamos, para todo o mundo. Já imaginaram se a visão de todos fosse, não digo semelhante, mas rigorosamente igual? Seria uma mesmice de causar tédio até em estátua de pedra. Seria a morte das artes. Os efeitos! Balzac está coberto de razão. São eles que contam sempre, embora jamais possam estar dissociados do que os causou.

Pedro J. Bondaczuk é jornalista e escritor, autor do livro “Por Uma Nova Utopia”

Saturday, December 19, 2009

AS LÂMPADAS QUE VOCÊ LEVA NA MÃO PARA ILUMINAR O CAMINHO DE ALGUÉM , ILUMINAM PRIMEIRO VOCÊ MESMO E O SEU CAMINHO ...

"Um dia te encontrarás contigo próprio , este poderá ser o melhor dos teus dias ou o mais negro deles"
Sempre pratiques o bem, sem saber a quem, sem hora, sem limite, sem ressentimento, concede sempre o teu perdão a quem dele precise, perdoar é dar ao outro o direito de ser feliz!

Friday, December 18, 2009

UMA ÓTICA MAIS REALISTA ... no fundo , cada vez mais constato , uma correria desenfreada ao consumismo ...

Natal...
Afinal o que é o Natal!
Ouço falar em paz, alegria, harmonia e outras palavras bonitas de pronunciar...
No fundo cada vez mais constato que esta "quadra” é sinônimo de uma correria desenfreada ao consumismo.Está cada vez mais instituída a ideia de que a tradição mais importante é a troca de presentes. Desta forma ajudamos a "limpar" as lojas de um sem número de inutilidades e bugigangas. O inútil e barato é Rei. A comunicação social e a publicidade ajudam a "festa". E assim vai o 13º mês dos pobres para o "bolso" dos grandes comerciantes. Tudo em nome da "tradição".Desta forma as nossas crianças aprendem a grande lição. Quando forem crescidas serão estes os valores que transmitem aos filhos, e de geração em geração os valores perdem-se...
A verdadeira noite em família acaba por ser apenas uma noite de "frete" em que se trocam os objetos mais estranhos...
Por tudo isto desejo a todos um Natal diferente...
(agora as palavras bonitas)
Uma noite em que o humanismo e o calor humano vença o materialismo.
Um Feliz Natal para Todos!

Thursday, December 17, 2009

Tuesday, December 15, 2009

Desejar Feliz Natal não é só uma convenção , é viver a presença do bem e do amor , do perdão e tolerância , do sorriso triste que dá força na prece!

Natal é reflexão , é emoção , é saudade , é tudo que nossa essência guarda , nosso grito contido de tristeza acumulada , é luz pela palavra , pelo carinho , pelo gesto despojado , pela eternidade de nossa prece , de nossa tristeza , de nossas perdas tão doloridas , daqueles que partiram deixando em nós a beleza de tantos momentos , seus exemplos , sua história de vida , sua trajetória de amor , em nossas almas gravadas e eternizadas , de nossas mãos a tocarem um instrumento , um alento em um momento , alegrando alguém , nosso canto de amparo numa manhã de sol como hoje me aconteceu ao piano , uma valsa de Strauss para um vizinho doente , carente , nosso olhar de compreensão , nossas lágrimas partilhadas , num sorriso , ainda que triste , é prece , é um bálsamo que acalma os males que na vida se pedece . A prece que cura , o poder incontestável da oração e da fé , da alegria mesmo na tristeza , da renovação que explode no renascimento de Jesus . Nossos filhos nos dando um carinho sem fim , uma razão maior de viver , de ser , de superar com resignação , de ter em seus braços uma eterna caminhada , um caminho percorrido com tanto amor , uma história escrita para a eternidade , aditada com amor e dedicação , sentindo a gratidão nas palavras e o sentido da vida com eles ao nosso lado . Tudo isto é natal! Meu abraço e meu carinho a vocês que me visitam e me trazem alegria , minha gratidão em poder compartilhar e dar o melhor de mim , obrigada por tudo , pelas queridas mensagens deixadas em meu livro de visitas , enfim , por vocês existirem em minha vida e me trazerem tantas alegrias , pelo poderoso incentivo oferecido: Um Feliz Natal! Sandra

Saturday, December 12, 2009

POEMA DE NATAL - Vinicius de Moraes


'Antes Desligue a Música na Playlist'

Friday, December 11, 2009

O Natal não é um momento nem uma estação, é um estado de espírito. Valorizar a paz, a generosidade e o perdão é compreender o verdadeiro significado !

O Natal não é um momento nem uma estação, é um estado de espírito. Valorizar a paz, a generosidade e o perdão é compreender o verdadeiro significado do Natal.
(Calvin Coolidge)

Monday, December 07, 2009

"As pessoas entram na nossa vida por acaso; mas não é por acaso que elas permanecem"!!

"As pessoas entram na nossa vida por acaso; mas não é por acaso que elas permanecem"!!

Sunday, December 06, 2009

"DAS UTOPIAS" Mário Quintana

DAS UTOPIAS

Se as coisas são inatingíveis...
ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos se não fora
A mágica presença das estrelas!

Mario Quintana

Thursday, December 03, 2009

"BENDITA A DATA QUE UNE TODOS NUMA CONSPIRAÇÃO DE AMOR"

Não existe o Natal ideal, só o Natal que você decida criar como reflexo de seus valores, desejos, queridos e tradições.
(Bill McKibben)
Bendita seja a data que une a todo mundo numa conspiração de amor.
(Hamilton Wright Mabi)
O Natal não é uma data... É um estado da mente.
(Mary Ellen Chase)
Talvez o melhor enfeite de natal é um grande sorriso...
Se não sabes que presentear a teus seres mais queridos em Natal, presenteie-lhes teu amor
Que é o Natal? É a ternura do passado, o valor do presente e a esperança do futuro. É o desejo mais sincero de do que cada xícara se encha com bênçãos ricas e eternas, e de que cada caminho nos leve à paz.
(Agnes M. Pharo)
Feliz, feliz Natal, a que faz que nos lembremos das ilusões de nossa infância, recorde-lhe ao avô as alegrias de sua juventude, e lhe transporte ao viajante a sua chaminé e a seu doce lar!
(Charles Dickens)
Vem em cada ano e virá para sempre. E com o Natal vêm as recordações e os costumes. Essas recordações cotidianas humildes aos que todas as mães nos agarramos. Como a Virgem María, nos rincões secretos de seu coração.
(Marjorie Holmes)
Honrarei o Natal em meu coração e tentarei conservá-la durante todo o ano.
(Charles Dickens)
Melhor do que todos os presentes embaixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz
Ainda que se percam outras coisas ao longo dos anos, mantenhamos o Natal como algo brilhante. Regressemos a nossa fé infantil.
(Grace Noll Crowell)
O Natal! A própria palavra enche nossos corações de alegria. Não importa quanto temamos as pressas, as listas de presentes natalinos e as felicitações que nos fiquem por fazer. Quando chegue no dia de Natal, vem-nos o mesmo calor que sentíamos quando éramos meninos, o mesmo calor que envolve nosso coração e nosso lar.
(Joan Winmill Brown)
Oxalá pudéssemos meter o espírito de natal em jarros e abrir um jarro em cada mês do ano
(Harlan Miller)
O Natal..... não é um acontecimento, senão uma parte de seu lar que um leva sempre em seu coração (Freya Stark)
O Natal não é um momento nem uma estação, senão um estado da mente. Valorizar a paz e a generosidade e ter graça é compreender o verdadeiro significado de Natal.
(Calvin Coolidge)

Wednesday, December 02, 2009

“Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.”


“Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.”
Madre Teresa de Calcutá

Tuesday, December 01, 2009

* FELIZ NATAL ! MERRY CHRISTMAS ! * Vida , Amor , Renovação , Amizade , Saudade , Renascimento , Fé , Coragem , Superação , Perdão , Sensibilidade!

Feliz Natal ! Merry Christmas !
... desejo a todos um Natal muito feliz !! ...
best wishes for a very very Merry Christmas !!